Em virtude da falta de verbas para a alimentação familiar de seus 7 filhos, o autor deste site terá que se ausentar por mínimo 2 meses, poís servirá de cobaia em uma expedição efetuada pela NASA para júpiter, e aproveitará para rever seus familiares.
Desde já, deixo-los abraços e saudações de todos da NASA e de minha família jupiteriana.
Até a volta.
segunda-feira, dezembro 23, 2002
domingo, dezembro 22, 2002
- Filho, brócolis se come pela boca, não pelo nariz
- Mas assim é mais legal ma.............
Morreu logo depois com um brócoli atravessado em sua cavidade respiratória.
Apartir deste dia, as embalagens de brócolis traziam o aviso do ministério da saúde, dizendo que brócolis são prejudiciais à saúde.
- Mas assim é mais legal ma.............
Morreu logo depois com um brócoli atravessado em sua cavidade respiratória.
Apartir deste dia, as embalagens de brócolis traziam o aviso do ministério da saúde, dizendo que brócolis são prejudiciais à saúde.
quarta-feira, dezembro 18, 2002
Esse site agora está fechado para fazer o balancete de final de ano. Logo a liquidação de natal.
Teremos o Papai Noel Terrorista. Ele chega de noite, entra na sua casa, te amordaça e amarra, junta sua família em um quarto, abusa de sua irmã, filha, sobrinha, prima, etc, mostrando o verdadeiro saco do Papai Noel para ela, além de coisas mais. Come toda a comida da geladeira e mija na pia. Depois limpa toda a sua casa, e coloca fogo nela com vocês dentro. E sai em sua Kombi dizendo :
- FELIZ NATAL !! HO HO HOHOHOHOHOHO
Bin Laden é o Papai Noel.
Teremos o Papai Noel Terrorista. Ele chega de noite, entra na sua casa, te amordaça e amarra, junta sua família em um quarto, abusa de sua irmã, filha, sobrinha, prima, etc, mostrando o verdadeiro saco do Papai Noel para ela, além de coisas mais. Come toda a comida da geladeira e mija na pia. Depois limpa toda a sua casa, e coloca fogo nela com vocês dentro. E sai em sua Kombi dizendo :
- FELIZ NATAL !! HO HO HOHOHOHOHOHO
Bin Laden é o Papai Noel.
terça-feira, dezembro 17, 2002
Abriu a geladeira, e só encontrou uma garrafa de água e um pacote de pão mofado. Não sabia o que comer. Foi na despensa e pegou uma lata de creme de leite e uma de leite condensado. Pegou uma panela, colocou o leite condensado, e o pão mofado, e logo depois o creme de leite. Colocou tudo num prato, e antes de comer falou.
- Hum, o que não mata, engorda.
Morreu 2 dias depois. Era diabético e havia se esquecido e morreu pela intoxicação do mofo.
- Hum, o que não mata, engorda.
Morreu 2 dias depois. Era diabético e havia se esquecido e morreu pela intoxicação do mofo.
- Dolores, venha cá.
Nisto vem a empregada mexicana para atender ao patrão.
- Dolores, você que comeu essa caixa de bombons de licor com cereja ?
- No no, no Señor.
- Você por um acaso sabe quem é que pode ter sido ?
- No señor.
- Hum, e ainda falta uma caixa de bombons. Pode ir Dolores.
Mais tarde, no quarto da empregada, Dolores se satifaz com a caixa de bombons que pegou do patrão, bebendo com sua tequila favorita.
- Hehehe. - Ri alegremente Dolores.
Nisto vem a empregada mexicana para atender ao patrão.
- Dolores, você que comeu essa caixa de bombons de licor com cereja ?
- No no, no Señor.
- Você por um acaso sabe quem é que pode ter sido ?
- No señor.
- Hum, e ainda falta uma caixa de bombons. Pode ir Dolores.
Mais tarde, no quarto da empregada, Dolores se satifaz com a caixa de bombons que pegou do patrão, bebendo com sua tequila favorita.
- Hehehe. - Ri alegremente Dolores.
domingo, dezembro 15, 2002
sexta-feira, dezembro 13, 2002
Mais um final de ano letivo, e os professores já se preparavam para o ritual de todo ano. Vestiram seus coletes, capacetes e pegaram seus escudos. Ninguém entrava na escola sozinho, apenas em grupos. Um professor desavisado entrou sozinho e foi decapitado por uma das láminas de um ventilador destruído por alguns alunos. O diretor apareceu trajando uma armadura, para não correr nenhum risco. Todos sabiam como era o final de ano. Crianças correndo umas atrás das outras para desmembrá-las, colocar suas cabeças em estacas na frente do colégio.
Ao entrar no colégio, os professores deram de cara com uma pilha de livros da biblioteca no meio do pátio pegando fogo, e logo atrás conseguiram ver uma estaca, e o supervisor amarado nela, e algumas crianças estavam colocando fogo numa pequena pilha de livros sob a estaca. As faxineiras foram poupadas, mas as professoras mais gostosas viraram escravas sexuais de alguns alunos, fora as orgias que haviam em algumas salas de aula entre alunos.
Isso não era o que mais preocupava os professores, o que preocupava eles era aqueles alunos reprovados, geralmente com 2 metros de altura jogadores de basquete e futebol, que ficavam sempre irritados com a reprovação, e corriam até as suas mochilas e tiravam machados de dentro, fazendo uma chacina de professores.
Mas bem, mais um ano letivo que se vai, e os professores que sobreviverem, podem se preparar para o ano que vem. Isso é o que os deixe com vontade de trabalhar...
Em uma usina nuclear.
Ao entrar no colégio, os professores deram de cara com uma pilha de livros da biblioteca no meio do pátio pegando fogo, e logo atrás conseguiram ver uma estaca, e o supervisor amarado nela, e algumas crianças estavam colocando fogo numa pequena pilha de livros sob a estaca. As faxineiras foram poupadas, mas as professoras mais gostosas viraram escravas sexuais de alguns alunos, fora as orgias que haviam em algumas salas de aula entre alunos.
Isso não era o que mais preocupava os professores, o que preocupava eles era aqueles alunos reprovados, geralmente com 2 metros de altura jogadores de basquete e futebol, que ficavam sempre irritados com a reprovação, e corriam até as suas mochilas e tiravam machados de dentro, fazendo uma chacina de professores.
Mas bem, mais um ano letivo que se vai, e os professores que sobreviverem, podem se preparar para o ano que vem. Isso é o que os deixe com vontade de trabalhar...
Em uma usina nuclear.
quinta-feira, dezembro 12, 2002
quarta-feira, dezembro 11, 2002
Abriu a gaveta, olhou para dentro. Havia o que ele esperava o que haveria lá dentro. Nada. Uma lhama lhe bateu a porta. Ele foi atender. Convidou a lhama a entrar e tomar um conhaque, e ela aceitou. Ambos sentaram-se e dialogaram por algum tempo. Se despediram e ele foi dormir. Ao entrar no quarto, descobre que sua cama fora roubada, mas ele dorme na privada, como a muitas vezes já havia feito. Pela manha ele acorda, e percebe que seu teto foi roubado, mas não que isso seja estranho. Semana passada o haviam roubado as paredes e deixaram bolachas Traquinas dando suporte a casa. Desceu e lá estava a lhama, com uma capivara e uma tartaruga do lado. Os 3 lhe surraram, e roubaram o resto da casa. Depois desde dia, aprendeu que não se deve dar conhaque a uma lhama que bate a sua porta. Pegue uma .12 e estoure a cabeça dela, antes que ela destrua o mundo com seus seguidores satânicos e adeptos de orgias bestiais.
Gostaria de ver um conto de fadas como este impresso para as crianças. Se bem que não duvido futuramente. Mas a humanidade teria que ser destruida logo em seguida.
Gostaria de ver um conto de fadas como este impresso para as crianças. Se bem que não duvido futuramente. Mas a humanidade teria que ser destruida logo em seguida.
quarta-feira, dezembro 04, 2002
Depois de finalizar o seu trabalho que estava fazendo a quase 3 semanas, foi finalmente desligar seu computador. Ao clicar no botão 'Iniciar' e logo após selecionar 'Desligar', percebeu uma opção que nunca havia reparado anteriormente. Leu a opção 'hibernar'. A dúvida logo surgiu, tanto da finalidade dessa opção quanto ao resultado. Como estava meio entorpecido com os vários cafés e as noites mal dormidas, selecionou a opção.
Logo depois de escolher, apareceu uma mensagem na tela, 'Seu computador está sendo preparado para hibernar'.
Resultado, apenas 7 meses depois pode trabalhar novamente no computador.
Mais um ponto para os programadores sádicos da microsoft.
Logo depois de escolher, apareceu uma mensagem na tela, 'Seu computador está sendo preparado para hibernar'.
Resultado, apenas 7 meses depois pode trabalhar novamente no computador.
Mais um ponto para os programadores sádicos da microsoft.
domingo, dezembro 01, 2002
Em um circo em algum ponto da cidade, no meio do espetáculo, o show do domador de leões impressiona a todos, menos a um menino de 11 anos sentado na primeira fileira, falando após cada demonstração de adestramento.
- Ora isso eu faço também.
Isso ficou até quase o final do espetáculo, e o domador estava ficando cada vez mais irritado. Ora, ser rebaixado por um menino de 11 anos, ele, que tinha 23 anos de experiência no ramo de adestramento e era presidente do clube de domadores de leões e jogadores de gamão.
Quando o menino falou mais uma vez que também fazia aquilo, foi a gota d'água. Olhou para o menino e disse:
- Então venha aqui e repita o que eu fiz !
O menino se levantou, se dirigiu a jaula onde estava sendo feito o número, e repetiu realmente todos os números apresentados pelo domador.
Irritado, o domador olha para os leões e fala:
- Tigre, Alfajor. Almoço, PEGA.
Numa fração de segundos o menino é desmembrado pelos dois leões presentes na jaula.
Com um sorriso sádico, o domador fala:
- Esse truque tu não sabia que eu tinha ensinado a eles. He he he he.
Esse foi considerado o maior número do circo durante anos, até que foi decidido que a taxa de natalidade do mundo estava decaíndo por falta de meninos, causado pelo número do circo.
- Ora isso eu faço também.
Isso ficou até quase o final do espetáculo, e o domador estava ficando cada vez mais irritado. Ora, ser rebaixado por um menino de 11 anos, ele, que tinha 23 anos de experiência no ramo de adestramento e era presidente do clube de domadores de leões e jogadores de gamão.
Quando o menino falou mais uma vez que também fazia aquilo, foi a gota d'água. Olhou para o menino e disse:
- Então venha aqui e repita o que eu fiz !
O menino se levantou, se dirigiu a jaula onde estava sendo feito o número, e repetiu realmente todos os números apresentados pelo domador.
Irritado, o domador olha para os leões e fala:
- Tigre, Alfajor. Almoço, PEGA.
Numa fração de segundos o menino é desmembrado pelos dois leões presentes na jaula.
Com um sorriso sádico, o domador fala:
- Esse truque tu não sabia que eu tinha ensinado a eles. He he he he.
Esse foi considerado o maior número do circo durante anos, até que foi decidido que a taxa de natalidade do mundo estava decaíndo por falta de meninos, causado pelo número do circo.
COISAS QUE GOSTARIAMOS DE VER
Enquanto isso, na Sala de Justiça:
- Porra mulher maravilha, vamo ali pro canto, eu quero te mostrar meu poder secreto.
- Sai Super-Homem, que que eu quero com um cara que usa as cuecas por cima das calças ? Sai daqui.
- Ora, eu uso por que é mais prático, e é legal.
- Sinceramente, não é nada legal, e muito menos prático. Tu pode ter super-força, mas não inteligência. Além do mais todos sabem que tu usa um bolo de meia nas cuecas.
- Pô, não faz assim. Vou te analizar com a minha visão de raio-x, he he he.
Super-Homem leva um soco e voa longe, e escuta Mulher Maravilha falar:
- Vou te amarrar com meu laço da justiça, seu canalha, e vou te processar por assédio sexual.
Super-Homem foi processado e forçado a pagar com trabalhos serviçais à Mulher Maravilha.
Mulher Maravilha está perdida até hoje, entrou em seu avião de vidro, e nunca mais foi vista. Deve ter parado em algum lugar e não achou mais o avião.
Batman ficou de chefão da sala de justiça, e o transformou em um cassino, alimentando o poder das empresas Waynecorp.
Provalecidos esses super heróis americanos.
Enquanto isso, na Sala de Justiça:
- Porra mulher maravilha, vamo ali pro canto, eu quero te mostrar meu poder secreto.
- Sai Super-Homem, que que eu quero com um cara que usa as cuecas por cima das calças ? Sai daqui.
- Ora, eu uso por que é mais prático, e é legal.
- Sinceramente, não é nada legal, e muito menos prático. Tu pode ter super-força, mas não inteligência. Além do mais todos sabem que tu usa um bolo de meia nas cuecas.
- Pô, não faz assim. Vou te analizar com a minha visão de raio-x, he he he.
Super-Homem leva um soco e voa longe, e escuta Mulher Maravilha falar:
- Vou te amarrar com meu laço da justiça, seu canalha, e vou te processar por assédio sexual.
Super-Homem foi processado e forçado a pagar com trabalhos serviçais à Mulher Maravilha.
Mulher Maravilha está perdida até hoje, entrou em seu avião de vidro, e nunca mais foi vista. Deve ter parado em algum lugar e não achou mais o avião.
Batman ficou de chefão da sala de justiça, e o transformou em um cassino, alimentando o poder das empresas Waynecorp.
Provalecidos esses super heróis americanos.
Saiu do cinema depois de ver 'O Retorno Da Múmia', e como sempre era influenciado pelos filmes que via, a primeira coisa que fez era óbvia. Tratou de entrar no museu mais próximo e destruiu todas as múmias, com medo da destruição do mundo.
Essa vez foi fácil, pior foi quando foi ver Super-Homem, Batman O Retorno e Star Wars.
Graças a deus não assitia filmes pornos.
Essa vez foi fácil, pior foi quando foi ver Super-Homem, Batman O Retorno e Star Wars.
Graças a deus não assitia filmes pornos.
sábado, novembro 30, 2002
Sentou-se na beira, ficou olhando durante um tempo até achar a sua vítima. Apareceu uma, e ele logo desvencilhou o golpe, mas errou. Depois de um tempo apareceu sua segunda vítima, se preparou e partiu para o ataque. Ela também escapou.
Ficou nesta durante o dia inteiro, e logo após a 312 vítima escapar, desistiu de sua profissão.
Desistiu de ser caçador de girinos.
Ficou nesta durante o dia inteiro, e logo após a 312 vítima escapar, desistiu de sua profissão.
Desistiu de ser caçador de girinos.
Abriu a gaveta, tirou uma chave de dentro, abriu a porta do armário, tirou sua vó de dentro. Novamente a velha havia se trancado lá dentro. Era uma incógnita como a velha se trancava lá dentro, e colocava a chave dentro da gaveta. Decidiram colocar uma câmera secreta no quarto, para descobrir como era feito essa mágica.
Depois de algumas semanas, foi descoberto o truque. Era David Copperfield que aparecia por lá as vezes, e como não tinha mais nada para fazer colocava a velha lá dentro com o poder do pensamento e depois colocava a chave na gaveta. E depois ficava invisível e divirtia-se vendo a situação.
Mandaram um video-game e uma boneca inflável para David Copperfield. A velha nunca mais foi para no armário. Mas acabou ficando sempre trancada no vaso. Era fã de 'máquina mortífera' e queria ser o Danny Glover, mas com a idade encolheu e poderia no máximo ser Frodo Baggins.
Morra de inveja Mister M.
Depois de algumas semanas, foi descoberto o truque. Era David Copperfield que aparecia por lá as vezes, e como não tinha mais nada para fazer colocava a velha lá dentro com o poder do pensamento e depois colocava a chave na gaveta. E depois ficava invisível e divirtia-se vendo a situação.
Mandaram um video-game e uma boneca inflável para David Copperfield. A velha nunca mais foi para no armário. Mas acabou ficando sempre trancada no vaso. Era fã de 'máquina mortífera' e queria ser o Danny Glover, mas com a idade encolheu e poderia no máximo ser Frodo Baggins.
Morra de inveja Mister M.
Usava seu computador para fazer um trabalho, quando foi surpreendido por uma mensagem de alerta.
"Essa aplicação é inválida, seu trabalho será perdido, e esse programa será fechado."
Apertou o OK, e observou a janela igual, sem movimentos e modificações. Não entendia muito de informática, e ligou para o suporte.
- Bom dia, suporte técnico Usuário Feliz.
- Olá, estou com um problema no meu computador.
- Qual seria o problema ?
- Ele não funciona, trancou.
- Ah, mais um computador que se recusa a trabalhar. Isso é normal nessa época do ano. Você já conversou com ele ?
- Que ?
- É, ele se sente muito solitário e só quer alguém para conversar.
- Ham, não falei não pera ae.
Depois de alguns momentos de conversa com o pc, o usuário volta ao telefone.
- Ele agora funciona algumas coisas, mas ainda está meio travado.
- Ok. Abra uma janela.
O usuário vai até a janela do quarto e abre a janela, estranhando o pedido do técnico.
- Pronto abri, e agora ?
- Agora me diz o que tem nela.
- Tem nada.
- Hum, pula fora dela então.
O usuário vai correndo e se atira pela janela, caindo 7 andares até o chão.
Mais uma vítima dos técnicos de informática de suporte por telefone.
"Essa aplicação é inválida, seu trabalho será perdido, e esse programa será fechado."
Apertou o OK, e observou a janela igual, sem movimentos e modificações. Não entendia muito de informática, e ligou para o suporte.
- Bom dia, suporte técnico Usuário Feliz.
- Olá, estou com um problema no meu computador.
- Qual seria o problema ?
- Ele não funciona, trancou.
- Ah, mais um computador que se recusa a trabalhar. Isso é normal nessa época do ano. Você já conversou com ele ?
- Que ?
- É, ele se sente muito solitário e só quer alguém para conversar.
- Ham, não falei não pera ae.
Depois de alguns momentos de conversa com o pc, o usuário volta ao telefone.
- Ele agora funciona algumas coisas, mas ainda está meio travado.
- Ok. Abra uma janela.
O usuário vai até a janela do quarto e abre a janela, estranhando o pedido do técnico.
- Pronto abri, e agora ?
- Agora me diz o que tem nela.
- Tem nada.
- Hum, pula fora dela então.
O usuário vai correndo e se atira pela janela, caindo 7 andares até o chão.
Mais uma vítima dos técnicos de informática de suporte por telefone.
sexta-feira, novembro 29, 2002
Saiu correndo da sala segurando suas calças para que não ocorre-se um acidente durante o percurso. Correndo meio desajeitado se debatendo nas paredes conforme corria, sabendo do perigo de tais choques contra seu corpo naquele estado. Estava exatamente em prova analítica de matemática, e acabou agradecendo tal situação. Sabia que sempre escreviam fórmulas nas portas dos banheiros, e agradeceu aos nerds que se aliviavam no banheiro. Entrou no banheiro, e encontrou o zelador/faxineiro/porteiro/professor de yoga/mestre em artes marciais e mascote do time de basquete. Ele o olhou e perguntou:
- Hum, está necessitado não é mesmo ?
- Simmmmm...
- Que pena, as privadas estão quebradas pois estão consertando o encanamento.
- A putaqpa..........
- Mas pode usar os banheiros do ginásio.
- Arggggghhhhhhh...
Se pôs a correr novamente em direção aos banheiros do ginásio. Quase morrendo por causa da situação e do esforço, tanto para correr quanto para segurar sua sina, ele chega aos banheiros.
O vaso parece iluminado por alguma força celestial, ele arria as calças, se senta no vaso, agradece a deus pela ajuda, e libera tudo, que provavelmente alimentaria uma usina nuclear durante 1 ano inteiro com o gás natural liberado. Ele olha para o lado, e ve a sua maldição. Não há papel higiênico. Ele começa a chorar e a amaldiçoar o dia.
Neste exato momento Osama Bin Laden resolve que é hora de atacar uma escola, escolhe a escola e manda ser bombardeada com imensas baratas genéticamente alteradas das experiências bionucleares de Saddam Hussein juntamente com Bill Clinton que agora não tinha nada a fazer e queria brincar um pouco. George Bush não deixou por menos, bombardeou o Iraque com lhamas amesdratas assassinas, dominou o Iraque e seu petróleo, e consequentimente dominou o mundo.
Manteu sua dinastia texana por longos anos, até que a terra foi invadida por Kryptonianos que queriam seus direitos autorais sobre a historia do Super-Homem, e dominaram o mundo logo após.
Hoje o mundo plena na mais calma paz. Uns respeitam os outros, ninguém se rebela nem se irrita. Também porque os Kryptoniados escravizaram o planeta Terra e o venderam para uma raça cultivadora de gente, que vende para o mercado interestelar para fazer salsichas.
Morra de inveja Hebe Camargo.
- Hum, está necessitado não é mesmo ?
- Simmmmm...
- Que pena, as privadas estão quebradas pois estão consertando o encanamento.
- A putaqpa..........
- Mas pode usar os banheiros do ginásio.
- Arggggghhhhhhh...
Se pôs a correr novamente em direção aos banheiros do ginásio. Quase morrendo por causa da situação e do esforço, tanto para correr quanto para segurar sua sina, ele chega aos banheiros.
O vaso parece iluminado por alguma força celestial, ele arria as calças, se senta no vaso, agradece a deus pela ajuda, e libera tudo, que provavelmente alimentaria uma usina nuclear durante 1 ano inteiro com o gás natural liberado. Ele olha para o lado, e ve a sua maldição. Não há papel higiênico. Ele começa a chorar e a amaldiçoar o dia.
Neste exato momento Osama Bin Laden resolve que é hora de atacar uma escola, escolhe a escola e manda ser bombardeada com imensas baratas genéticamente alteradas das experiências bionucleares de Saddam Hussein juntamente com Bill Clinton que agora não tinha nada a fazer e queria brincar um pouco. George Bush não deixou por menos, bombardeou o Iraque com lhamas amesdratas assassinas, dominou o Iraque e seu petróleo, e consequentimente dominou o mundo.
Manteu sua dinastia texana por longos anos, até que a terra foi invadida por Kryptonianos que queriam seus direitos autorais sobre a historia do Super-Homem, e dominaram o mundo logo após.
Hoje o mundo plena na mais calma paz. Uns respeitam os outros, ninguém se rebela nem se irrita. Também porque os Kryptoniados escravizaram o planeta Terra e o venderam para uma raça cultivadora de gente, que vende para o mercado interestelar para fazer salsichas.
Morra de inveja Hebe Camargo.
quarta-feira, novembro 27, 2002
'O MINISTÉRIO DA SAÚDE ADVERTE : Fumar causa decapitação'
Ignorou o aviso do maço de cigarros. Abriu o maço, rasgou o lacre. Neste exato momento, surge um carrasco de 2 metros com um machado em punho, lhe dá um soco e o derruba no chão, cortando-lhe a cabeça.
Nisto, o senhor que estava no bar comprando um maço de cigarro, pega o maço e olha a advertência.
'O MINISTÉRIO DA SAÚDE ADVERTE: Fumar causa impotência sexual e perda do membro genital'
O velho para e fala - 'Porra, queria ter sido decapitado'
Instantaneamente o carrasco o ouve e se vira e com um golpe certeiro decapita o velho também.
Feliz dia do carrasco.
Ignorou o aviso do maço de cigarros. Abriu o maço, rasgou o lacre. Neste exato momento, surge um carrasco de 2 metros com um machado em punho, lhe dá um soco e o derruba no chão, cortando-lhe a cabeça.
Nisto, o senhor que estava no bar comprando um maço de cigarro, pega o maço e olha a advertência.
'O MINISTÉRIO DA SAÚDE ADVERTE: Fumar causa impotência sexual e perda do membro genital'
O velho para e fala - 'Porra, queria ter sido decapitado'
Instantaneamente o carrasco o ouve e se vira e com um golpe certeiro decapita o velho também.
Feliz dia do carrasco.
segunda-feira, novembro 25, 2002
Depois de vários enfartos e a não resolução de sua obesidade, ele resolveu após ver em um comercial de tv comprar dois acessórios para entrar em forma. Um aparelho de abdominal e um de exercício passivo, que dá choques na musculatura. Comprei o Abdominator 2000 e o Ad Toner Pancêps 2.0b. Começou sua meta de exercícios diários, 300 abdominais pelo aparelho e mais 1500 pelo aparelho de choque.
Depois de fazer 30 abdominais tradicionais cansou-se e reclamou da dor na coluna e colocou o aparelho de exercício passivo, e foi assistir tv, pois era apenas colocar e ficar sentado, a doce ilusão dos gordos, que é emagrecer sem fazer nada.
No dia seguinte os vizinhos se espantam com a morte do cidadão. NO jornal aparece escrito na manchete:
"Cidadão morre eletrocutado no chuveiro. Cidadão que comprou aparelho de abdominais pelo metodo passivo vestiu o aparelho e esqueceu de tira-lo antes de tomar banho. Morreu eletrocutado no chuveiro, mas pelo menos emagreceu o que querio. Virou um pedaço de carvão."
Logo abaixo estava escrito mais duas manchetes.
" Cidade tem o maior pedaço de carvão humano do mundo" e logo após "Será dado um churrasco beneficiente para a humanidade usando o maior carvão humano do mundo."
Ao acenderem o carvçao humano, qual não foi a surpresa ao constatar que o carvão ao ser acesso, adquiriu superpoderes incendiários. Queimou todos a sua volta, transformando-os em carvões vivos, montando um exército, e conseqüentemente dominando o mundo.
Moral da história: O branco é a soma de todas cores, e o preto é a ausência delas.
Quer comprar um repolho ?
Depois de fazer 30 abdominais tradicionais cansou-se e reclamou da dor na coluna e colocou o aparelho de exercício passivo, e foi assistir tv, pois era apenas colocar e ficar sentado, a doce ilusão dos gordos, que é emagrecer sem fazer nada.
No dia seguinte os vizinhos se espantam com a morte do cidadão. NO jornal aparece escrito na manchete:
"Cidadão morre eletrocutado no chuveiro. Cidadão que comprou aparelho de abdominais pelo metodo passivo vestiu o aparelho e esqueceu de tira-lo antes de tomar banho. Morreu eletrocutado no chuveiro, mas pelo menos emagreceu o que querio. Virou um pedaço de carvão."
Logo abaixo estava escrito mais duas manchetes.
" Cidade tem o maior pedaço de carvão humano do mundo" e logo após "Será dado um churrasco beneficiente para a humanidade usando o maior carvão humano do mundo."
Ao acenderem o carvçao humano, qual não foi a surpresa ao constatar que o carvão ao ser acesso, adquiriu superpoderes incendiários. Queimou todos a sua volta, transformando-os em carvões vivos, montando um exército, e conseqüentemente dominando o mundo.
Moral da história: O branco é a soma de todas cores, e o preto é a ausência delas.
Quer comprar um repolho ?
Depois de mais um dia de trabalho, chegou em sua residência preparado para o final de semana, planejando festas e bebedeiras. Qual não foi a sua surpresa ao chegar em casa e encontrar em seu jardim uma pequena nave espacial. Dentro dela vim uma pequena luz de dentro, e ao lado dela havia um pequeno varal (?) com algumas pequenas roupas estendidas. Ao se aproximar e olhar pelo pequeno orifício, que deveria servir como janela, ele ve duas pequenas criaturas verdes, numa cama transando. A criatura verde que parecia ser o macho olha para o espectador e pula em direção para fora da nave. Ele aparece enrolado em uma pequena toalha, pelo que parecia. Tinha o que parecia ser uma arma em sua mão. Ele começa a gesticular em um linguagem totalmente incompreensível e o dono da casa fala para ele
- Não estou entendendo. Quem é você ?
O alienígena parecendo entender a situação liga um pequeno aparelho na nave.
- Prontoooo, podeeeemoss converrsarrrrrr. - fala a pequena criatura.
- Olá, quem é você ?
- Eeeeu souuu o Alolelsca Piooask, masss pode me chamarrr de Krá. Mallllditoooo tradutorrrr, esperarrrrrr. - A pequena criatura ajusta alguns botões e retorna a falar.
- Pronto, agora está regulado. Maldito lixo valduriano.
- Hamm, que que você quer ?
- Gostaria de provar o que vocês chama aqui em seu planeta, de...
Se fez um silêncio de suspense, e então Krá falou:
- CAIPIRINHA DE CAMELO.
Porra - Almeida pensou. - Da onde que eu vo tirá essa merda ?
- Dá onde tu vai tirar eu não sei, só sei que eu quero que tu me arranje, senão destruo este planeta.
- Porra, o maldito é telepata. Puta merda, me fudi.
- Tudo bem, todo mundo pensa isso no começo mesmo.
Agora o futuro do planeta estava nas mãos de Almeida. Como não era qualquer um, Almeida sempre muito esperto, entrou dentro de casa, pegou um pouco de alvejante, e colocou em um copo com um pouco de limão, e pensou - Agora eu fodo esse alien de merda.
Entregou o copo para Krá, que tomou um pouco, e com o alvejando em contato com seu organismo, acabou crescendo quase que 3 metros de altura, e 2 de largura. Almeida caiu sentando com a reação. Krá soltou um arroto e voltou ao seu normal.
- Puta merda, que coisa forte. Me ve otra.
A reação de Krá foi uma surpresa para Almeida.
Resultado dessa pegadinha mal planejada. Krá trouxe toda a sua raça de seu planeta para a terra, o que resultou na dominação total do planeta e na escravidão da humanidade. Krá virou o dono do planeta terra, e fez dele um super shopping espacial.
Hoje a terra é um dos pontos mais visitados do universo.
Morra de inveja Bill Gates.
- Não estou entendendo. Quem é você ?
O alienígena parecendo entender a situação liga um pequeno aparelho na nave.
- Prontoooo, podeeeemoss converrsarrrrrr. - fala a pequena criatura.
- Olá, quem é você ?
- Eeeeu souuu o Alolelsca Piooask, masss pode me chamarrr de Krá. Mallllditoooo tradutorrrr, esperarrrrrr. - A pequena criatura ajusta alguns botões e retorna a falar.
- Pronto, agora está regulado. Maldito lixo valduriano.
- Hamm, que que você quer ?
- Gostaria de provar o que vocês chama aqui em seu planeta, de...
Se fez um silêncio de suspense, e então Krá falou:
- CAIPIRINHA DE CAMELO.
Porra - Almeida pensou. - Da onde que eu vo tirá essa merda ?
- Dá onde tu vai tirar eu não sei, só sei que eu quero que tu me arranje, senão destruo este planeta.
- Porra, o maldito é telepata. Puta merda, me fudi.
- Tudo bem, todo mundo pensa isso no começo mesmo.
Agora o futuro do planeta estava nas mãos de Almeida. Como não era qualquer um, Almeida sempre muito esperto, entrou dentro de casa, pegou um pouco de alvejante, e colocou em um copo com um pouco de limão, e pensou - Agora eu fodo esse alien de merda.
Entregou o copo para Krá, que tomou um pouco, e com o alvejando em contato com seu organismo, acabou crescendo quase que 3 metros de altura, e 2 de largura. Almeida caiu sentando com a reação. Krá soltou um arroto e voltou ao seu normal.
- Puta merda, que coisa forte. Me ve otra.
A reação de Krá foi uma surpresa para Almeida.
Resultado dessa pegadinha mal planejada. Krá trouxe toda a sua raça de seu planeta para a terra, o que resultou na dominação total do planeta e na escravidão da humanidade. Krá virou o dono do planeta terra, e fez dele um super shopping espacial.
Hoje a terra é um dos pontos mais visitados do universo.
Morra de inveja Bill Gates.
sábado, novembro 23, 2002
Almôndegas era o seu apelido na escola, pois era gordo e viciado em almôndegas, sempre levava almôndegas para o lanche escolar, ou então macarrão talharim com almôndegas, ou sanduíche de almôndegas, ou então almôndegas ao molho. Por isso era conhecido com almôndega, e era sempre surrado e cassudado e humilhado pelos colegas de aula.
Entrou para o exército, virou franco atirador das forças especias americanas. Lutou em guerras e fez missões suicidas. Se mudou para a inglaterra. Virou agente britânico, seu codinome era 0069. Ainda era viciado em almôndegas. Ainda o chamavam de almôndega.
Se irritou. Matou todos da inteligênia britânica, inclusive os guardas com chapeu estilo Marge Simpson, a rainha e o príncipe Charles, parou para o chá das 17:00 e as 17:30 voltou a chacina.
O exército voltou a procurá-lo. Sua vida virou filme, com adaptações.
Rambo. 3 continuações. Ele não gostou. Matou os produtores e diretores.
Morreu de hemorróidas 4 semanas depois. Vítima de overdose de almôndegas.
Vida besta.
Entrou para o exército, virou franco atirador das forças especias americanas. Lutou em guerras e fez missões suicidas. Se mudou para a inglaterra. Virou agente britânico, seu codinome era 0069. Ainda era viciado em almôndegas. Ainda o chamavam de almôndega.
Se irritou. Matou todos da inteligênia britânica, inclusive os guardas com chapeu estilo Marge Simpson, a rainha e o príncipe Charles, parou para o chá das 17:00 e as 17:30 voltou a chacina.
O exército voltou a procurá-lo. Sua vida virou filme, com adaptações.
Rambo. 3 continuações. Ele não gostou. Matou os produtores e diretores.
Morreu de hemorróidas 4 semanas depois. Vítima de overdose de almôndegas.
Vida besta.
As vezes achava que vivia em um eterno déjâ vú, mas não sabia porque. Resolveu procurar um especialista para tentar resolver seu caso. Ao chegar lá explicou ao médico cientista. Falou que as vezes achava que vivia em um eterno déjâ vú, mas não sabia porque. Resolveu procurar um especialista para tentar resolver seu caso. Ao chegar lá explicou ao médico cientista. Falou que as vezes achava que vivia em um eterno déjâ vú, mas não sabia porque. Resolveu procurar um especialista para tentar resolver seu caso. Ao chegar lá explicou ao médico cientista. Falou que as vezes achava que vivia em um eterno déjâ vú, mas não sabia porque. Resolveu procurar um especialista para tentar resolver seu caso. Ao chegar lá explicou ao médico cientista.
Durou a eternidade, até que deus cansou de brincar e deu reset na realidade e começou o jogo novamente.
Durou a eternidade, até que deus cansou de brincar e deu reset na realidade e começou o jogo novamente.
Sabia que era perigoso, mas queria experimentar. Colocou todas cordas necessárias para a devida segurança, capacete, colete, e se posicionou, na borda do penhasco e pulou. Caiu 1500 metros de altura, e se espatifou no chão. Morreu na hora.
Os juizes deram 5,9 por que balançou os pés na queda.
Maldita olimpíada japonesa.
Os juizes deram 5,9 por que balançou os pés na queda.
Maldita olimpíada japonesa.
sexta-feira, novembro 22, 2002
terça-feira, novembro 19, 2002
Tinha em sua mão uma maçã e uma laranja. Perguntou ao seu filho de 2 anos que se lhe desse a maçã, com qual fruta ficaria ?
- Máçã.
Torceu o nariz para a resposta, e retornou a perguntar que se lhe desse a laranja, com qual fruta ficaria ?
- Laranja.
Torceu o nariz novamente e refez a pergunta, que se desse as duas frutas para o filho, com quais frutas ficaria ?
- Nenhuma, e com estas duas eu faria uma mega empresa de compotas industrializadas e dominaria o mundo e te tornaria escravo, limpando minha casa com minhas 4 esposas playmates da playboy.
Espantou-se com a resposta. Seu filho era um superdotado.
Malditos hormônios de Big-macs.
- Máçã.
Torceu o nariz para a resposta, e retornou a perguntar que se lhe desse a laranja, com qual fruta ficaria ?
- Laranja.
Torceu o nariz novamente e refez a pergunta, que se desse as duas frutas para o filho, com quais frutas ficaria ?
- Nenhuma, e com estas duas eu faria uma mega empresa de compotas industrializadas e dominaria o mundo e te tornaria escravo, limpando minha casa com minhas 4 esposas playmates da playboy.
Espantou-se com a resposta. Seu filho era um superdotado.
Malditos hormônios de Big-macs.
Olhava diretamente para o eclipse solar, sem alguma proteção. O avisaram dos perigos de tal ação, mas apenas falou que era besteira aquilo, e que não precisava de proteção alguma. Deus o protegeria.
Ficou cego 4 dias depois, e morreu 3 dias depois de ficar cego, atropelado por um ônibus.
Malditos cientistas, maldito sol, maldita igreja e malditos motoristas de ônibus.
Ficou cego 4 dias depois, e morreu 3 dias depois de ficar cego, atropelado por um ônibus.
Malditos cientistas, maldito sol, maldita igreja e malditos motoristas de ônibus.
segunda-feira, novembro 18, 2002
Parecia que havia encontrado a sua alma gêmea. Era afetuosa, emotiva, sabia cozinhar, lavava todas as louças da casa, limpava diariamente os cômodos da residência, e contudo, parecia feliz, além de ser uma devassa na cama, sempre pronta para o sexo. Alem de ainda ter um corpo bem definido. Sempre haviam olhos a observando, a desejando, sempre alvo de más idéias, e sempre produtora de mais diversos sonhos.
Até o dia que foi atacada por um grupo de senhores sexagenários viciados em viagra, totalmente estuprada e consumida de várias maneiras.
Perigosa essa profissão de enfermeira de asilo.
Até o dia que foi atacada por um grupo de senhores sexagenários viciados em viagra, totalmente estuprada e consumida de várias maneiras.
Perigosa essa profissão de enfermeira de asilo.
Correu para o hospital depois de ter passado Raid mata Insetos por engano na boca pensando que fosse seu spray bocal. Todos riram dele, achando que era um completo imbecil. Na verdade era totalmente imbecil, mas um imbecil sentimental maníaco homicída terrorista.
Na manhã seguinte, sem dentes, entrou no hospital e matou todos com um peido. Havia comido 400 cebolas, 200 rabanetes e 150 batatas doces. Moral que no final ele ficou conhecido como o homem-bomba mata insetos e todos riram dele.
Coisa sem graça.
Na manhã seguinte, sem dentes, entrou no hospital e matou todos com um peido. Havia comido 400 cebolas, 200 rabanetes e 150 batatas doces. Moral que no final ele ficou conhecido como o homem-bomba mata insetos e todos riram dele.
Coisa sem graça.
Sabia que estava algemado a algum tempo, mas o que fazia ali algemado ? Aliás, onde estaria ali, a algum tempo algemado ? Aliás, quem foi que o levou para ali e o deixou a algum tempo algemado ? Aliás, como que foi conhecer alguém que o levou para ali onde não tinha noção de onde era e que o havia algemado a algum tempo ? Aliás, como que ele iria saber se estava algemado a algum tempo já ? Aliás, como iria saber se não teria sido ele mesmo que foi para onde estava sem ter noção de onde era, teria se algemado e então depois de algum tempo algemado ter se perguntado onde estava ?
Um dia na vida de um mágico com lapsos de memória.
Um dia na vida de um mágico com lapsos de memória.
'Olhe, eu sou um cotonete.'
'Para de besteira Armando, parece louco.'
'Olhe eu sou um cotonete.'
'Porra Armando, larga de se fresco.'
'Olhe eu sou um cotonete.'
'Porra cara chato, qualé a tua cara?'
'Olhe eu sou um cotonete.'
'Porra, e eu sou uma orelha, saco!'
Pulou de súbito e entrou na orelha do amigo, e lá dentro falou
'Eu não te disse que eu era um cotonete ?'
'Para de besteira Armando, parece louco.'
'Olhe eu sou um cotonete.'
'Porra Armando, larga de se fresco.'
'Olhe eu sou um cotonete.'
'Porra cara chato, qualé a tua cara?'
'Olhe eu sou um cotonete.'
'Porra, e eu sou uma orelha, saco!'
Pulou de súbito e entrou na orelha do amigo, e lá dentro falou
'Eu não te disse que eu era um cotonete ?'
Vida amarga, sem sentido. Seus amigos o haviam deixado a algum tempo. Seu nariz vermelho já estava desbotando, quase rosado. Seus cabelos laranjas eram poucos, sua cara branco era quase cinza, sua roupa azul tinha rasgos, e seus longos sapatos estavam furados.
Chorava e se amargurava, com uma garrada de Caninha 51, pois não tinha dinheiro suficiente para algo mais digno de um ex-palhaço famoso.
Descobriu sua verdadeira vocação. Entrou para a igreja universal, largou a bebida, largou seus vicios, e hoje é um outro homem. Ou palhaço.
Hoje em dia aparece em programas de madrugada, relatando suas experiências, e alegrando a criançada.
Uma vez Bozo, sempre Bozo.
Chorava e se amargurava, com uma garrada de Caninha 51, pois não tinha dinheiro suficiente para algo mais digno de um ex-palhaço famoso.
Descobriu sua verdadeira vocação. Entrou para a igreja universal, largou a bebida, largou seus vicios, e hoje é um outro homem. Ou palhaço.
Hoje em dia aparece em programas de madrugada, relatando suas experiências, e alegrando a criançada.
Uma vez Bozo, sempre Bozo.
quinta-feira, novembro 07, 2002
- Por quê?
- Por que o que maldição ?
- Me diz, porque ?
- Me diz o por que do porque que eu te direi porque.
- Tá, mas porque ?
- Por que eu quero que tu me fale o porque do porque.
- Tá, mas porque ?
- Porque.
- Por que ? E isso lá é resposta ?
- E porque é lá pergunta ?
- É, tá certo...
- Ok...
- Mas... Por quê ?
- Por que o que maldição ?
- Me diz, porque ?
- Me diz o por que do porque que eu te direi porque.
- Tá, mas porque ?
- Por que eu quero que tu me fale o porque do porque.
- Tá, mas porque ?
- Porque.
- Por que ? E isso lá é resposta ?
- E porque é lá pergunta ?
- É, tá certo...
- Ok...
- Mas... Por quê ?
segunda-feira, novembro 04, 2002
Tipos de Merdas
"Fantasma"
Você sente sair, vê o bicho no papel, mas não tem nada na privada.
"Clean"
Você sente sair, o bicho ta lá na privada, mas o papel ta limpinho.
"Molhadinho"
Depois de limpar a bunda umas cinqüenta vezes ainda parece que não ta limpo. Então você embola papel higiênico entre o rabo e a cueca pra não borrar.
"Gostinho de Quero Mais"
Acabou de puxar a descarga, já puxou as calças até o joelho, e de repente tem que começar tudo de novo.
"Hemorragia Cerebral Pelo Nariz"
Aquele que requer tanta força que você fica todo roxo e quase tem um derrame
"Espiga de Milho"
Auto-explicativo.
"Torpedo"
Tão grande que dá medo de puxar a descarga sem antes quebrar no meio com o cabo de uma escova de dentes.
"Alcoólico Anônimo"
Aquele feito na manhã seguinte a uma noite de bebedeira. Deixa uma marca longitudinal na porcelana após puxada a descarga.
"Cabeludo"
Aquele que você encontra quando a descarga não funciona, naquela altura inchado até ficar da grossura do seu antebraço.
"Embora eu queira"
Quando você fica sentado com uma puta dor de barriga mas sai peidando. Particularmente frustrante em banheiros públicos.
"Caminhão Basculante"
Sai tão rápido que mal dá tempo de sentar.
"Aerógrafo"
Versão diarréia do "Caminhão Basculante". Antes mesmo de você sentar :
BUM! Uma carga explosiva recobre todo o interior do vaso de uma camada mais ou menos uniforme de respingos. A água continua limpinha.
"Efeito Ilha"
Uma massa marrom e disforme saindo pra fora da água.
"Chama o encanador"
Tão grande que entope o vaso e a água transborda. Você deveria ter seguido a dica do "Torpedo".
"Hérnia de Disco"
Variante do "Hemorragia". Requer tanta força que você acha que ta saindo de lado.
"Acho Que Estou Parindo Pelo Cu"
Um cruzamento do "Torpedo" com o "Hérnia de Disco". O produto assemelha-se, em tamanho e formato, a uma lata de batatinhas Pringle's.Depois que sai sobra um espaço vazio no reto.
"Rabo de Macaco"
Não pára de sair, tipo pasta de dente. Você tem duas escolhas: ou ir puxando a descarga e continuar mandando brasa, ou arriscar-se a ver o bicho ir empilhando até chegar na sua bunda.
"Acho Que Estou Virando Um Coelhinho"
Um monte de cocozinhos redondos que parecem bolinhas de gude e que fazem barulhinho ao cair na água.
"Elevador"
Desce de uma vez; movimento retilíneo e uniforme.
"Prometo Mastigar Minha Comida Melhor"
Quando o pacote de Doritos da noite passada parece vidro moído ao descer.
"Morreu Um Bicho Aqui Dentro"
Também conhecido como "Lixo Tóxico". É claro que você não avisa ninguém do odor infecto. Em vez disso, você fica disfarçadamente perto da porta do banheiro fazendo força pra não dar risada enquanto as pessoas saem correndo e engasgando ali de dentro.
"Ainda Tem Um Pendurado"
Tem que esperar pacientemente o último pedaço cair, porque se você tentar limpar agora vai borrar tudo.
"Lança Chamas"
Chamusca os pelinhos. Faz você jurar nunca mais chegar perto de acarajé.
"Toner"
A única prova material de todo o seu esforço é um ligeiro escurecimento da água.
"Primogênito"
Tão perfeito, marrom e saudável que dá pena de puxar a descarga.
"Miguel"
Poderia muito bem ser um "Primogênito", mas se esconde no vão da privada antes que você possa apreciar.
"Fantasma"
Você sente sair, vê o bicho no papel, mas não tem nada na privada.
"Clean"
Você sente sair, o bicho ta lá na privada, mas o papel ta limpinho.
"Molhadinho"
Depois de limpar a bunda umas cinqüenta vezes ainda parece que não ta limpo. Então você embola papel higiênico entre o rabo e a cueca pra não borrar.
"Gostinho de Quero Mais"
Acabou de puxar a descarga, já puxou as calças até o joelho, e de repente tem que começar tudo de novo.
"Hemorragia Cerebral Pelo Nariz"
Aquele que requer tanta força que você fica todo roxo e quase tem um derrame
"Espiga de Milho"
Auto-explicativo.
"Torpedo"
Tão grande que dá medo de puxar a descarga sem antes quebrar no meio com o cabo de uma escova de dentes.
"Alcoólico Anônimo"
Aquele feito na manhã seguinte a uma noite de bebedeira. Deixa uma marca longitudinal na porcelana após puxada a descarga.
"Cabeludo"
Aquele que você encontra quando a descarga não funciona, naquela altura inchado até ficar da grossura do seu antebraço.
"Embora eu queira"
Quando você fica sentado com uma puta dor de barriga mas sai peidando. Particularmente frustrante em banheiros públicos.
"Caminhão Basculante"
Sai tão rápido que mal dá tempo de sentar.
"Aerógrafo"
Versão diarréia do "Caminhão Basculante". Antes mesmo de você sentar :
BUM! Uma carga explosiva recobre todo o interior do vaso de uma camada mais ou menos uniforme de respingos. A água continua limpinha.
"Efeito Ilha"
Uma massa marrom e disforme saindo pra fora da água.
"Chama o encanador"
Tão grande que entope o vaso e a água transborda. Você deveria ter seguido a dica do "Torpedo".
"Hérnia de Disco"
Variante do "Hemorragia". Requer tanta força que você acha que ta saindo de lado.
"Acho Que Estou Parindo Pelo Cu"
Um cruzamento do "Torpedo" com o "Hérnia de Disco". O produto assemelha-se, em tamanho e formato, a uma lata de batatinhas Pringle's.Depois que sai sobra um espaço vazio no reto.
"Rabo de Macaco"
Não pára de sair, tipo pasta de dente. Você tem duas escolhas: ou ir puxando a descarga e continuar mandando brasa, ou arriscar-se a ver o bicho ir empilhando até chegar na sua bunda.
"Acho Que Estou Virando Um Coelhinho"
Um monte de cocozinhos redondos que parecem bolinhas de gude e que fazem barulhinho ao cair na água.
"Elevador"
Desce de uma vez; movimento retilíneo e uniforme.
"Prometo Mastigar Minha Comida Melhor"
Quando o pacote de Doritos da noite passada parece vidro moído ao descer.
"Morreu Um Bicho Aqui Dentro"
Também conhecido como "Lixo Tóxico". É claro que você não avisa ninguém do odor infecto. Em vez disso, você fica disfarçadamente perto da porta do banheiro fazendo força pra não dar risada enquanto as pessoas saem correndo e engasgando ali de dentro.
"Ainda Tem Um Pendurado"
Tem que esperar pacientemente o último pedaço cair, porque se você tentar limpar agora vai borrar tudo.
"Lança Chamas"
Chamusca os pelinhos. Faz você jurar nunca mais chegar perto de acarajé.
"Toner"
A única prova material de todo o seu esforço é um ligeiro escurecimento da água.
"Primogênito"
Tão perfeito, marrom e saudável que dá pena de puxar a descarga.
"Miguel"
Poderia muito bem ser um "Primogênito", mas se esconde no vão da privada antes que você possa apreciar.
Era feliz, tinha tudo que achava que queria, uma boa casa, um carro do ano, vivia bem, era feliz, mas tinha um pequeno defeito apenas.
A maltida mutação que o fez ter um repolho no lugar das mãos. Não conseguia se manter em um bom emprego por causa disso, mas tinha muita boa vontade de trabalhar. Sempre quis trabalhar. E conseguiu. Arranjou um trabalho que utilizaria precisamente as mãos.
Virou anunciante de propagandas de repolhos.
A maltida mutação que o fez ter um repolho no lugar das mãos. Não conseguia se manter em um bom emprego por causa disso, mas tinha muita boa vontade de trabalhar. Sempre quis trabalhar. E conseguiu. Arranjou um trabalho que utilizaria precisamente as mãos.
Virou anunciante de propagandas de repolhos.
Será que era o que achava que seria ? Não sabia ao certo se era quem achava que era, ou seria quem acha que não era ? Será que era o que achava que era ou quem não era ? O que é ser ? Será que saberia o que é ser se não sabia que era quem achava que era ? Ou será que seria quem era por não saber quem era mas era mais quem pensou quer era por achar que era ? Será que saberia quem era por saber que era o que era ?
Será ?
Será ?
domingo, novembro 03, 2002
Estava amarrada, com a boca tapada, a sua blusa estava rasgado, deixando seus seios à mostra. Ela não se lembrava direito do que havia acontecido. Estava lá, amarrada com as mãos acima da cabeça, sentada ao chão, a blusa totalmente rasgada, a saia mostrando suas coxas bem torneadas, mas o desespero a tomava a cada minuto que passava.
Que a trouxera para ali ? Quem a atacou ? O que aconteceria ? Não queria pensar no que aconteceria. Quer manter longe este pensamento. Pensava em um modo de escapar. Foi quando seu agressor apareceu. Usava uma máscara. Ele se abaixou e a olhou para ela. Usava óculos também para que ela não visse seus olhos. Passou a mão no cabelo dela, sem seus seios. Eram firmes e volumosos, gostava daquilo. Passou as mãos nas coxas dela, eram fortes e duras. Ele se levantou e entrou denovo na sala de onde havia saido.
O desespero tomava conta dela, que gemia e tremia no lugar onde estava. O agressor retornou com uma longa faca em sua mão. Ela gelou na hora que ele apareceu portando a arma. Sabia que não retornaria para casa, sabia que não estaria mais ali no dia seguinte, sabia que era seu último momento. Rezou, e chorou.
O agressor sorriu. Gostou de ver o desespero dela. Gostou de ver ela chorar.
Foi quando aconteceu algo terrível...
Que a trouxera para ali ? Quem a atacou ? O que aconteceria ? Não queria pensar no que aconteceria. Quer manter longe este pensamento. Pensava em um modo de escapar. Foi quando seu agressor apareceu. Usava uma máscara. Ele se abaixou e a olhou para ela. Usava óculos também para que ela não visse seus olhos. Passou a mão no cabelo dela, sem seus seios. Eram firmes e volumosos, gostava daquilo. Passou as mãos nas coxas dela, eram fortes e duras. Ele se levantou e entrou denovo na sala de onde havia saido.
O desespero tomava conta dela, que gemia e tremia no lugar onde estava. O agressor retornou com uma longa faca em sua mão. Ela gelou na hora que ele apareceu portando a arma. Sabia que não retornaria para casa, sabia que não estaria mais ali no dia seguinte, sabia que era seu último momento. Rezou, e chorou.
O agressor sorriu. Gostou de ver o desespero dela. Gostou de ver ela chorar.
Foi quando aconteceu algo terrível...
A mão trêmula, segurava a arma sem vontade, olhava para o nada pensando nos acontecimentos, no que havia feito. O peso na consciência era algo que não podia suportar durante muito tempo. O peso da culpa por ter feito o que fez, ter feito algo que não teria volta. Mas agora estava feito, não havia mais nada a ser feito para consertar. Não havia como.
Sentou na poltrona da sala, que estava com todas as luzes apagadas, só se via a claridade da rua pelas janelas fechadas. O silêncio predominava, tinha uma garrada de uísque na outra mão. A dor que o controlava cada vez mais estava ficando mais forte.
Sabia o que teria que fazer. Engatilhou a arma. Olhou para o nada novamente, suspirou. Sorveu o resto da garrafa de uísque. Respirou fundo pela última vez. Posicionou a arma no devido lugar e puxou o gatilho. Deu um fim ao seu tormento.
Ele não morrera, mas então quem havia morrido ?
Sentou na poltrona da sala, que estava com todas as luzes apagadas, só se via a claridade da rua pelas janelas fechadas. O silêncio predominava, tinha uma garrada de uísque na outra mão. A dor que o controlava cada vez mais estava ficando mais forte.
Sabia o que teria que fazer. Engatilhou a arma. Olhou para o nada novamente, suspirou. Sorveu o resto da garrafa de uísque. Respirou fundo pela última vez. Posicionou a arma no devido lugar e puxou o gatilho. Deu um fim ao seu tormento.
Ele não morrera, mas então quem havia morrido ?
sábado, novembro 02, 2002
Sentou, olhou seu relógio. Sabia que estava adiantado, mas não gostava de se atrasar, ainda mais quando iria vê-la. Depois de tanto tempo, depois de tantos pensamentos, sonhos, lembranças...
Estava eufórico, nervoso, não sabia o que fazer. Parecia o primeiro encontro. Se levantou, deu uma volta e se sentou novamente. Se acalmara um pouco, e olhava a sua volta. Se lembrava do pouco tempo que passaram juntos. Dos bons momentos, da felicidade de estar ali, junto dela. Ainda sentia seu odor, ao se lembrar, o cheiro de seus cabelos, o seu perfume, a sua voz, o seu olhar.
Ela apareceu, ele a reconheceu de longe. Ela vinha em um vestido preto, um pouco longo, até os joelhos. Uma blusa leve, se alças, e seu cabelo estava preso, fazendo um rabo-de-cavalo. Seus olhos brilharam ao vê-la. Abriu um sorriso de ponta a ponta, e se levantou e foi em direção dela.
Ela sorriu ao vê-lo. Se abraçaram, e se cumprimentaram.Sairam andando pela rua, conversando, entre sorrisos e apertos.
Foi quando ele soube da notícia, uma notícia que ele não poderia imaginar receber...
Estava eufórico, nervoso, não sabia o que fazer. Parecia o primeiro encontro. Se levantou, deu uma volta e se sentou novamente. Se acalmara um pouco, e olhava a sua volta. Se lembrava do pouco tempo que passaram juntos. Dos bons momentos, da felicidade de estar ali, junto dela. Ainda sentia seu odor, ao se lembrar, o cheiro de seus cabelos, o seu perfume, a sua voz, o seu olhar.
Ela apareceu, ele a reconheceu de longe. Ela vinha em um vestido preto, um pouco longo, até os joelhos. Uma blusa leve, se alças, e seu cabelo estava preso, fazendo um rabo-de-cavalo. Seus olhos brilharam ao vê-la. Abriu um sorriso de ponta a ponta, e se levantou e foi em direção dela.
Ela sorriu ao vê-lo. Se abraçaram, e se cumprimentaram.Sairam andando pela rua, conversando, entre sorrisos e apertos.
Foi quando ele soube da notícia, uma notícia que ele não poderia imaginar receber...
quinta-feira, outubro 31, 2002
Sabia que não podia mais enfrentar o demônio dentro de si. Era uma luta que já batalhava a vários anos. Ele estava começando a desistir, não aguentava mais. Era mais forte que ele, dentro de si, querendo sair, querendo a liberdade. Mas não poderia deixar que isto acontece-se, senão toda a humanidade pagaria por isto. Ele sabia o risco que corria, e o que deveria fazer.
Ter força e mantê-lo dentro de si...
Ter força e mantê-lo dentro de si...
quarta-feira, outubro 30, 2002
Sabia que aquilo não era pra acontecer. Já havia acontecido antes, não queria que se repetisse. Mas não fez nada para impedir, deixa tudo para a última hora, como sempre. Agora tem que lidar com tudo na hora, mas foda-se, estava acostumado já a fazer isto. Não seria algo tão perturbador, não se importava muito também.
Deixe então, deixe rolar, e aproveite enquanto der...
Deixe então, deixe rolar, e aproveite enquanto der...
Finalmente terei uma semana sozinho. Minha mulher saiu de viagem com algumas amigas. Essa semana será somente eu e o cachorro.
1º Dia - Graças a Deus essa semana eu consegui folga do trabalho também. Acordei tarde, tomei café tranquilo, li o jornal, brinquei com o cachorro. A louça ficou na pia, mas depois eu dou um jeito nela. Não vou tomar banho hoje, amanhã eu tomo.
O almoço esta bem farto, minha mulher me deixou bife, arroz e feijão. Pro cachorro eu dei um pouco de arroz e bife. Não achei a comida dele.
Para a janta apenas sanduiches.
2º Dia - Que dia bom. Tomei café, mas acabou o pão. Pro almoço não tinha mais carne, foi só arroz e feijão. Pro cachorro só arroz. Brinquei um pouco com o cachorro. A louça tá na pia ainda. Achei um suco de laranja na geladeira, vai ajudar a matar a fome.
Para a janta só bolacha.
3º Dia - Não tomo mais café. Não acho o café. Para o almoço é feijão e milho e ervilha de lata. Graças a deus existe comida enlatada. Descobri que comer na panela é mais prático, pois dá menos louça no final. O cachorro não tem se movimentado muito mais, nem eu.
4º - O cachorro nem levantou. O suco de laranja acabou. Não tem mais feijão nem milho e nem ervilha. Tô comendo pepino e palmito. Pro cachorro eu dei palmito. Ele gostou pelo menos. Não tenho mais saco para brincar com ele. A louça na pia não cabe mais lá dentro.
Para janta não tem nada, fazer jejum hoje.
5º- Não tenho mais forças para me mexer, achei a ração do cachorro, e to comendo junto com ele, cada um com a sua panela. Não tenho mais vontade de me mexer, nem o cachorro. Não tomei banho nenhum dos dias, estou com a barba por fazer, e o cachorro está atirado num canto da sala, sem se mexer. Eu estou no outro canto. Ele não se mexe à algumas horas já. Mas não tenho forças para ir no canto dele ver se respira...
Alguem abre a porta, ouço o barulho de chaves deixadas em cima da mesinha do hall de entrada, e logo após um grito, após ver a pia cheia de louça toda suja.
Esse é mais uma rara semana de um ex-solteiro que volta a ser solteiro.
1º Dia - Graças a Deus essa semana eu consegui folga do trabalho também. Acordei tarde, tomei café tranquilo, li o jornal, brinquei com o cachorro. A louça ficou na pia, mas depois eu dou um jeito nela. Não vou tomar banho hoje, amanhã eu tomo.
O almoço esta bem farto, minha mulher me deixou bife, arroz e feijão. Pro cachorro eu dei um pouco de arroz e bife. Não achei a comida dele.
Para a janta apenas sanduiches.
2º Dia - Que dia bom. Tomei café, mas acabou o pão. Pro almoço não tinha mais carne, foi só arroz e feijão. Pro cachorro só arroz. Brinquei um pouco com o cachorro. A louça tá na pia ainda. Achei um suco de laranja na geladeira, vai ajudar a matar a fome.
Para a janta só bolacha.
3º Dia - Não tomo mais café. Não acho o café. Para o almoço é feijão e milho e ervilha de lata. Graças a deus existe comida enlatada. Descobri que comer na panela é mais prático, pois dá menos louça no final. O cachorro não tem se movimentado muito mais, nem eu.
4º - O cachorro nem levantou. O suco de laranja acabou. Não tem mais feijão nem milho e nem ervilha. Tô comendo pepino e palmito. Pro cachorro eu dei palmito. Ele gostou pelo menos. Não tenho mais saco para brincar com ele. A louça na pia não cabe mais lá dentro.
Para janta não tem nada, fazer jejum hoje.
5º- Não tenho mais forças para me mexer, achei a ração do cachorro, e to comendo junto com ele, cada um com a sua panela. Não tenho mais vontade de me mexer, nem o cachorro. Não tomei banho nenhum dos dias, estou com a barba por fazer, e o cachorro está atirado num canto da sala, sem se mexer. Eu estou no outro canto. Ele não se mexe à algumas horas já. Mas não tenho forças para ir no canto dele ver se respira...
Alguem abre a porta, ouço o barulho de chaves deixadas em cima da mesinha do hall de entrada, e logo após um grito, após ver a pia cheia de louça toda suja.
Esse é mais uma rara semana de um ex-solteiro que volta a ser solteiro.
sábado, outubro 26, 2002
Sabia que sempre que gostava de alguém ele a feria, mesmo sem ter a intenção. Tinha o dom de magoar, sem querer, as vezes fazia sem saber porque fazia, como se fosse outra pessoa. Imaginava se não teria uma segunda personalidade, ou então seria a sua verdadeira identidade que tentava se revelar ? Não sabia ao certo, apenas sabia que tinha o dom de afastar as pessoas ao seu redor, de passar um único sentimento para os outros. Dor.
Talvez seja porque durante sua vida tenha recebido muita dor ao invés de alegrias...
Mas finalmente parece que alguma coisa aparece para lhe trazer alguma felicidade. Finalmente, quem sabe poderá ter alguns momentos de alegria...
Finalmente...
Talvez seja porque durante sua vida tenha recebido muita dor ao invés de alegrias...
Mas finalmente parece que alguma coisa aparece para lhe trazer alguma felicidade. Finalmente, quem sabe poderá ter alguns momentos de alegria...
Finalmente...
quarta-feira, outubro 23, 2002
A vida havia se tornado amarga já há alguns anos. Quando achava que a vida estava melhorando, ela caía novamente, em um poço profundo. Amarga e dolorosa, não fisicamente, mas mentalmente, que provavelmente era pior que a física, pois demora mais para curar. Não bastava todas as perdas que já havia tido, continuava a perder cada vez mais coisas que achava que poderia gostar. Coisas que pensava que o poderiam deixar pelo menos um pouco mais feliz. Ninguém nunca se importou de ver a sua situação, o seu lado. Suas vontades, seus gostos, suas idéias? Importavam ? Acho que só para ele. A dor que sentia no peito crescia cada vez mais, ficando cada vez mais presente. A dor no peito cada vez mais o consumia, e o fazia sentir que iria perder a luta. A luta contra a vida que tinha. Contra a tristeza e a solidão que o rondava.
Fazer o que... É a vida...
Fazer o que... É a vida...
terça-feira, outubro 22, 2002
Mais um texto feito pela mary-jane
* * *
Passeava pela cidade com seu carro, um carro que acabara de comprar, estofado novo, bancos novos, cheirinho de novo. Passando por um ponto de ônibus, ele vê uma mulher, uma mulher que ele se encanta, de cabelos negros, ondulados e muito compridos. Ela tinha olhos “azuis acinzentados”, da cor de um céu para dias de chuva, como naquele dia. Era linda, simetria perfeita, uma mulher apaixonante. Vestia roupa preta, e, como era de se esperar, ele se apaixona por essa mulher.
Os dias passam, e aquele rapaz não tira aquela pessoa da sua mente, sendo assim, ele começa a todos os dias passar na frente daquele ponto de ônibus.
Depois de uma semana passando todos os dias pelo mesmo lugar, um belo dia ele pára um pouco a frente daonde ela está todos os dias. Cuida a moça pelo retrovisor, é quando ele percebe que ela sorri pra ele e vem em sua direção. Ela fala com ele, sorri muito também. Ele se encanta mais ainda por aquela beleza toda, antes apenas linda por fora, agora linda por dentro também.
Horas.....dias....semanas se vão, eles em constantes encontros, ela sempre muito amável e ele cada vez mais apaixonado.
Namoram.....1 mês, 2 meses, 3 meses....Cada dia que passa ele se apaixona mais, e seu tesão pela sua Deusa aumenta. Numa noite chuvosa, exatamente igual a do dia em que ele a viu pela primeira vez, eles vão a um motel. Tudo está perfeito, champanhe, morangos, carinhos, palavras excitantes ao pé do ouvido....o clima vai esquentando...esquentando....
Ele olha para seu rosto e não acredita que conquistou a mulher mais linda, a mulher de seus sonhos, a mais bela de todas.
Então, num golpe do destino, sabe-se lá se de sorte ou azar, ele olha para o espelho que está a cima deles, a fim de ver sua amada, contemplar sua beleza mais ainda....mas ele vê apenas uma pessoa. Ele mesmo....
* * *
Passeava pela cidade com seu carro, um carro que acabara de comprar, estofado novo, bancos novos, cheirinho de novo. Passando por um ponto de ônibus, ele vê uma mulher, uma mulher que ele se encanta, de cabelos negros, ondulados e muito compridos. Ela tinha olhos “azuis acinzentados”, da cor de um céu para dias de chuva, como naquele dia. Era linda, simetria perfeita, uma mulher apaixonante. Vestia roupa preta, e, como era de se esperar, ele se apaixona por essa mulher.
Os dias passam, e aquele rapaz não tira aquela pessoa da sua mente, sendo assim, ele começa a todos os dias passar na frente daquele ponto de ônibus.
Depois de uma semana passando todos os dias pelo mesmo lugar, um belo dia ele pára um pouco a frente daonde ela está todos os dias. Cuida a moça pelo retrovisor, é quando ele percebe que ela sorri pra ele e vem em sua direção. Ela fala com ele, sorri muito também. Ele se encanta mais ainda por aquela beleza toda, antes apenas linda por fora, agora linda por dentro também.
Horas.....dias....semanas se vão, eles em constantes encontros, ela sempre muito amável e ele cada vez mais apaixonado.
Namoram.....1 mês, 2 meses, 3 meses....Cada dia que passa ele se apaixona mais, e seu tesão pela sua Deusa aumenta. Numa noite chuvosa, exatamente igual a do dia em que ele a viu pela primeira vez, eles vão a um motel. Tudo está perfeito, champanhe, morangos, carinhos, palavras excitantes ao pé do ouvido....o clima vai esquentando...esquentando....
Ele olha para seu rosto e não acredita que conquistou a mulher mais linda, a mulher de seus sonhos, a mais bela de todas.
Então, num golpe do destino, sabe-se lá se de sorte ou azar, ele olha para o espelho que está a cima deles, a fim de ver sua amada, contemplar sua beleza mais ainda....mas ele vê apenas uma pessoa. Ele mesmo....
segunda-feira, outubro 21, 2002
Almeida, rapaz ativo, jovem, com uma carreira promissora numa grande empresa de advocacia, Ele parecia ter tudo que sempre quis. Era estável financeiramente, tinha uma bela casa, carro, morava em um bom ponto da cidade. Almeida parecia ter tudo, mas tinha um pequeno defeito, um pequeno vicio.
Almeida era viciado em comer tatu de nariz. Ele comeu o primeiro tatu logo após ver uma cena em um filme onde um garoto fazia isso, e resolveu experimentar. Maldito filme, pois após colocar o primeiro tatu de nariz em sua boca, seu vicio teve início. Almeida era terrível na infância, vivia cutucando seu nariz e comendo seus tatus.
Na adolescênia Almeida não tinha muito sucesso com as garotas, pois saía em um encontro e voltava sozinho, pois a garota não gostava muito de ter alguém do seu lado que comia tatu de nariz. Alêm dos ranhos.
Almeida parecia que conseguia esconder seu vicio de todos agora que era mais maduro. Sempre que podia ia ao banheiro para comer alguns tatus de seu nariz, que já era cheio de ferida dentro, mas ele já havia se acostumado a comer as cascas de ferida também. Mas foi em uma conferência da empresa que Almeida pagaria seus pecados.
Estava Almeida e sua chefe, conversando com um forte advogado que era sócio da empresa, e uma bela mulher flertava com Almeida. Almeida ia bem, até que seu vicio resolveu lhe atacar. Aquele incomodação nasal o dominava cada vez mais, e Almeida se segurava cada vez mais para dominar sua vontade. Colocara as mãos nos bolsos do paletó, tentara ir no banheiro, mas sua chefe o segurava, não queria causar má impressão ao chefe. Foi quando aconteceu.
Almeida num impulso de raiva solta um grito assutador no meio de todos, e rasga sua camisa, e começa a mexer em seu nariz com as duas mãos, logo após comendo todos os tatus do nariz que conseguiu retirar.
Depois daquele dia, ninguém mais foi o mesmo. A chefe de Almeida está em um hospício desde aquele dia. O sócio morreu de um enfarte fulminante, mas não na festa, e sim 15 dias depois fazendo sexo com a bela mulher que o acompanhava, que era sua secretária.
Almeida vive bem. Perdeu seu emprego no escritório de advocacia, mas se mantém bem com os patrocínios e propagandas, como sendo o Maior Homem Comedor de Tatu de Nariz do mundo, e entrou para o Guinness.
Almeida morreu 2 dias depois vítima de um atropelamento causado por uma manada de elefantes africanos selvagens.
Coisas da vida...
Almeida era viciado em comer tatu de nariz. Ele comeu o primeiro tatu logo após ver uma cena em um filme onde um garoto fazia isso, e resolveu experimentar. Maldito filme, pois após colocar o primeiro tatu de nariz em sua boca, seu vicio teve início. Almeida era terrível na infância, vivia cutucando seu nariz e comendo seus tatus.
Na adolescênia Almeida não tinha muito sucesso com as garotas, pois saía em um encontro e voltava sozinho, pois a garota não gostava muito de ter alguém do seu lado que comia tatu de nariz. Alêm dos ranhos.
Almeida parecia que conseguia esconder seu vicio de todos agora que era mais maduro. Sempre que podia ia ao banheiro para comer alguns tatus de seu nariz, que já era cheio de ferida dentro, mas ele já havia se acostumado a comer as cascas de ferida também. Mas foi em uma conferência da empresa que Almeida pagaria seus pecados.
Estava Almeida e sua chefe, conversando com um forte advogado que era sócio da empresa, e uma bela mulher flertava com Almeida. Almeida ia bem, até que seu vicio resolveu lhe atacar. Aquele incomodação nasal o dominava cada vez mais, e Almeida se segurava cada vez mais para dominar sua vontade. Colocara as mãos nos bolsos do paletó, tentara ir no banheiro, mas sua chefe o segurava, não queria causar má impressão ao chefe. Foi quando aconteceu.
Almeida num impulso de raiva solta um grito assutador no meio de todos, e rasga sua camisa, e começa a mexer em seu nariz com as duas mãos, logo após comendo todos os tatus do nariz que conseguiu retirar.
Depois daquele dia, ninguém mais foi o mesmo. A chefe de Almeida está em um hospício desde aquele dia. O sócio morreu de um enfarte fulminante, mas não na festa, e sim 15 dias depois fazendo sexo com a bela mulher que o acompanhava, que era sua secretária.
Almeida vive bem. Perdeu seu emprego no escritório de advocacia, mas se mantém bem com os patrocínios e propagandas, como sendo o Maior Homem Comedor de Tatu de Nariz do mundo, e entrou para o Guinness.
Almeida morreu 2 dias depois vítima de um atropelamento causado por uma manada de elefantes africanos selvagens.
Coisas da vida...
- Já terminou de comer ?
- Tô terminando, por que ?
- Só pra saber. Gostou ?
- Bom, não que se possa fazer muitas reclamações...
- Há seu infeliz, me matei pra fazer isso aí pra ti !
- Porra, não inventa, tu só teve o trabalho de matar. Aliás nem foi tu, isso aqui tá que é uma carniça.
- Tá, não reclama, pelo menos tu tem o que comer.
- É, fazer o que...
- Poisé.
- Terminei.
- Então leva a carcaça pra fora e dá pro cachorro um pouco.
Um dia na vida de um necrófago.
- Tô terminando, por que ?
- Só pra saber. Gostou ?
- Bom, não que se possa fazer muitas reclamações...
- Há seu infeliz, me matei pra fazer isso aí pra ti !
- Porra, não inventa, tu só teve o trabalho de matar. Aliás nem foi tu, isso aqui tá que é uma carniça.
- Tá, não reclama, pelo menos tu tem o que comer.
- É, fazer o que...
- Poisé.
- Terminei.
- Então leva a carcaça pra fora e dá pro cachorro um pouco.
Um dia na vida de um necrófago.
Sentou-se na cama, pensando em coisa alguma, olhando para o nada, vagando em pensamentos fúteis, sentindo-se só, sem alguêm do seu lado, sentindo-se triste. Já havia sentido esse sentimento antes, não gostava de se sentir-se assim.
Sentiu-se assim por uns instantes, até que uma mão pousou em seu ombro, e um beijo lhe cobriu a face, e um abraço a enlaçou, fazendo o sentimento de tristeza e solidão sumir. Ele também se sentia assim as vezes, e gostava de estar ao lado dela. Ela sabia que ele gostava de ficar ali com ela, junto. Ele sabia que o tempo deles juntos seria pouco, mas gostaria de aproveitar ao máximo o pouco tempo ali do seu lado.
Ela também.
Sentiu-se assim por uns instantes, até que uma mão pousou em seu ombro, e um beijo lhe cobriu a face, e um abraço a enlaçou, fazendo o sentimento de tristeza e solidão sumir. Ele também se sentia assim as vezes, e gostava de estar ao lado dela. Ela sabia que ele gostava de ficar ali com ela, junto. Ele sabia que o tempo deles juntos seria pouco, mas gostaria de aproveitar ao máximo o pouco tempo ali do seu lado.
Ela também.
sábado, outubro 19, 2002
Dor. Singela. Aguda. Pensou que não sentira mais essa sensação tão cedo. Pensou que finalmente já havia sentido demais dor durante sua tão jovem e pouca vida. Pensou que não precisaria novamente sentir o que sentia agora. Dor. Não uma dor física, que passa com o tempo, mas uma dor psicológica, que demora mais para cicatrizar, uma dor que nunca cicatriza por completo, pois sempre vem algo que parece mexer naquela ferida invisível, mas que sabe que esta lá, e sempre estará. Cansou de sua vida de sofrimento e dor, cansou de tudo o que já havia passado. Cansou de sua vida ser assim. Gostaria de nunca ter nascido ou que tivesse a ignorância de tomar a própria vida. Mas não iria cometer um ato tão covarde assim. Não acreditava que esta seria a solução.
Aceitaria a dor como sempre lhe era imposta, e então sofreria e conviveria com ela, com sempre fez...
Aceitaria a dor como sempre lhe era imposta, e então sofreria e conviveria com ela, com sempre fez...
Sentiu a lâmina fria penetrando sua carne, a dor aguda alcançando suas costas até senti-la penetrando seus orgãos internos. Logo após sentiu a lâmina sair e penetrar novamente sua carne mais umas 4 vezes.
Ficou esticado no chão, sentindo o sangue verter pelos ferimentos, sentindo a sua vida se esvair de seu corpo, ficou pensando que não queria morrer, mas não tinha medo da morte. Sabia quem havia sido o seu agressor. Sabia que teria a sua chance de vingança.
Seu pulmão falhava, não conseguiu mais respirar. Deve ter sido atingindo por um golpe. Não se importa mais em morrer. Sempre quis saber como é a morte, como é morrer.
Tossiu, sentiu a luz se extinguindo, a dor sumindo, e o cansaço diminuindo...
Ficou esticado no chão, sentindo o sangue verter pelos ferimentos, sentindo a sua vida se esvair de seu corpo, ficou pensando que não queria morrer, mas não tinha medo da morte. Sabia quem havia sido o seu agressor. Sabia que teria a sua chance de vingança.
Seu pulmão falhava, não conseguiu mais respirar. Deve ter sido atingindo por um golpe. Não se importa mais em morrer. Sempre quis saber como é a morte, como é morrer.
Tossiu, sentiu a luz se extinguindo, a dor sumindo, e o cansaço diminuindo...
sexta-feira, outubro 18, 2002
Ela estava deitada do seu lado, escorada em seu peito, levemente adormecida. Ele a segurava com carinho e cuidado, e passava carinhosamente seus dedos pelos cabelos da nuca dela, deixando os cabelos enroscarem de leve em seus dedos, fazendo com que ela dormece-se por um momento. Ela se sentia bem ali, do seu lado, se sentia segura, se sentia feliz. Ambos se gostavam, gostariam de ficar naquele momento para o resto de suas vidas, se pudessem. Existia tanta coisa que poderia ser feita, tanta coisa que poderia ser idealizada. Mas como sempre alguma coisa imposta pelo destino acaba estragando o que parecia perfeito.
Foi quando aconteceu o inesperado, mudando para sempre a vida de ambos...
Foi quando aconteceu o inesperado, mudando para sempre a vida de ambos...
Olhou para baixo. Sentiu o vendo gelado bater em seu rosto, o cabelo esvoaçar e os carros passando em sua costumeira velocidade cadenciada. Não se importava mais com as consequências do que poderia acontecer, ou do que aconteceria após. Já era noite, e o prédio era um dos mais altos da cidade, com 42 andares. Estava no telhado do prédio, debruçado sobre o parapeito de mármore. Subiu no parapeito, e se sentou nele, com as pernas para fora, como se fosse a coisa mais comum que já fizera. Sacou um maço de Marlboro do bolso, acendeu um cigarro e deu uma longa tragada. Tirou os óculos e os limpo, e depois os guardou no bolso. Não precisaria deles para onde iria. Se levantou e começou a andar pelo parapeito, olhando ora para a rua lá embaixo, hora para o céu negro, sem nenhuma estrela nem lua.
Se posicionou no parapeito, e estava prestes a pular, quando apareceu atrás dele a pessoa que selaria para sempre o seu destino...
Se posicionou no parapeito, e estava prestes a pular, quando apareceu atrás dele a pessoa que selaria para sempre o seu destino...
quinta-feira, outubro 17, 2002
Essa história foi escrita pela mary-jane e eu vou colar aqui para todos verem. E imaginarem as cenas.
* * *
Ele era seu hospede. Havia chegado ontem em sua casa, mas ja eram amigos a algum tempo.
Mas naquela noite havia algo diferente no ar...algo de diferente no olhar daquela menina.
Jantaram, conversaram, riram, mas lá no fundo ele percebia que tinha alguma coisa que nao estava certa, nao sabia se era bom ou ruim, era muito misterioso.
Conforme o tempo passava, achava ela mais inquieta, mas não tinha coragem de perguntar o que estava acontecendo.
Na hora de dormir, já deitando em sua cama, ele leva um susto quando ouve a porta abrir, e ele a vê, parada na porta, vestindo uma
camisola preta de cetim de alcinhas.... Que nao passava da metade das suas coxas.
Ele a olhava de baixo para cima, nunca havia visto antes ela vestida daquela maneira, ficou parado, hipnotizado.
Ele havia reparado que ela segurava um lenço em suas mãos.
Nisso ela se senta na cama, ficando de frente pra ele, ele que havia se sentado, pois ja estava deitado.
Ela olhou bem no fundo de seus olhos, ele estático, sem entender absolutamente nada.
Nessa hora ela lhe da um beijo, e empurra-o de volta para que deite novamente. ele pensa no porque do lenço em sua mao...e entende quando ela pega suas mãos, e envolve-os no pulso...
Nada mais precisa ser dito...
* * *
Ele era seu hospede. Havia chegado ontem em sua casa, mas ja eram amigos a algum tempo.
Mas naquela noite havia algo diferente no ar...algo de diferente no olhar daquela menina.
Jantaram, conversaram, riram, mas lá no fundo ele percebia que tinha alguma coisa que nao estava certa, nao sabia se era bom ou ruim, era muito misterioso.
Conforme o tempo passava, achava ela mais inquieta, mas não tinha coragem de perguntar o que estava acontecendo.
Na hora de dormir, já deitando em sua cama, ele leva um susto quando ouve a porta abrir, e ele a vê, parada na porta, vestindo uma
camisola preta de cetim de alcinhas.... Que nao passava da metade das suas coxas.
Ele a olhava de baixo para cima, nunca havia visto antes ela vestida daquela maneira, ficou parado, hipnotizado.
Ele havia reparado que ela segurava um lenço em suas mãos.
Nisso ela se senta na cama, ficando de frente pra ele, ele que havia se sentado, pois ja estava deitado.
Ela olhou bem no fundo de seus olhos, ele estático, sem entender absolutamente nada.
Nessa hora ela lhe da um beijo, e empurra-o de volta para que deite novamente. ele pensa no porque do lenço em sua mao...e entende quando ela pega suas mãos, e envolve-os no pulso...
Nada mais precisa ser dito...
terça-feira, outubro 15, 2002
Estava sozinho a tanto tempo, que não lembrava mais a última vez que esteve com alguma pessoa de que gostava. Não um gostar de amizade, ou de companherismo. Um gostar recíproco, onde poderia ter alguma felicidade novamente. Foi quando surgiu do nada, aquela silhueta. Andava de um lado para o outro, com seus cabelos vermelhos esvoaçando ao vento, aquele cheiro de mulher característico emanando pelo ar, aquele olhar felino que faria muitos cairem de joelhos. Ela passou como se não deve nada a ninguém, e sentou logo após onde eu estava. Fiquei de frente a ela, que se sentou quase que também a minha frente, na mesa ao lado. Ela não olhou. eu a fitei por um tempo. Contemplando sua figura. Ela era baixa, cabelos vermelhos, rosto definido, um olhar dominador, e uma atitude dominante. O tipo de mulher que faz com que alguem caia à frente dela. Ela pediu um prato do restaurante. Estava usando uma saia, vermelha, com uma racha em cada lado, mostrando um pouco de suas coxas, provocando o libido de qualquer homem. Foi quando aqueles olhos verdes se encontraram aos meus. Foi algo hipnótico, não pude desviar o olhar. Senti meu rosto ficar quente, e senti o poder daquele olhar. Não desviei, e continuei olhando. Pudia ver seus seios, contra a luz através da blusa que ela vestia, livres de um desconforto de um sutiã. Um desejo de pular sobre a mesa e possuí-la me dominou, mas não deveria agir assim. Aquele anjo em corpo carnal, me fazendo quase explodir de prazer e sedução, dominava cada vez mais meus desejos. Foi quando ela se levantou, e veio em minha direção. Ela se sentou ao meu lado. Ficamos em silêncio alguns segundos, e então ela falou:
- Você me conhece de algum lugar ?
Já dominado pelo prazer de usufruir de sua companhia, puxei meu lado Don Juan, e lancei uma resposta à ela.
- Só se nos encontramos no céu, para já ter visto um anjo como você.
Ela apenas sorriu. Não parecia do tipo que gostava de cantadas baratas. Seus olhos se encontraram aos meus novamente. Não foi preciso dizer mais nada.
Apartir desse dia, nada mais seria o mesmo...
- Você me conhece de algum lugar ?
Já dominado pelo prazer de usufruir de sua companhia, puxei meu lado Don Juan, e lancei uma resposta à ela.
- Só se nos encontramos no céu, para já ter visto um anjo como você.
Ela apenas sorriu. Não parecia do tipo que gostava de cantadas baratas. Seus olhos se encontraram aos meus novamente. Não foi preciso dizer mais nada.
Apartir desse dia, nada mais seria o mesmo...
quarta-feira, outubro 09, 2002
Caminhava pela rua mais uma vez, voltando para sua casa depois de mais um dia de trabalho. Mas havia algo que sempre pensava ao voltar para casa, assim como muitas outras vezes já havia pensado. Sempre gostou de filmes de suspense, assassinatos. Sempre gostou do lado negro da sociedade, do lado obscuro. Sempre gostou de coisas que muitos não gostam ou acham 'saudável' para sua vida. Não gostava nem usava nada ilícito, não queria se destruir. Não via necessidade naquilo, no ato da auto-destruição. Começou a pensar na vida das pessoas a sua volta, enquanto caminhava, o que elas pensavam, o que faziam. Sempre gostou da morte. Algo certo, sem opções de rumo ou de espera, não há como fugir da morte. Ela vem onde você estiver, a hora que quiser. Não que ela seja uma forma de vida espiritual, ele não acredita nisso. Mas apenas metafóricamente falando como se ela fosse algum ser. Não compreendia por que tantos temiam a morte. Algo que não é nenhum castigo, e sim uma libertação. Mas ele pensava, enquanto caminhava em direção a sua moradia. Avistou uma mulher, andando a alguns metros a sua frente. Apressou o passo, quase alcançando a mulher. Ela notou que estava sendo seguida. Olhava discretamente para trás. Percebeu que havia uma pessoa atrás dela. Não deveria ter mais de 35 anos. Ela era mais baixa que o homem que a seguia. Ele era mais alto, e robusto. Evidentemente mais forte que ela. Ela começou a andar mais rápido. Ele a seguia mais de perto agora. Ela olhava pra trás seguidamente, olhando o seu perseguidor discretamente. Ele percebeu que ela estava començando a ficar aflita. Ele percebeu que ela começou a ficar preocupada. Ele percebeu que ela estava com medo. Ele gostou disto. Ele gostou de sentir isto. Ele gostou de causar isto. Ele a seguiu por mais uns metros.
E então, como um golpe do destino, aconteceu o inesperado para ambos...
E então, como um golpe do destino, aconteceu o inesperado para ambos...
Cansou da vida. Decidiu acabar com sua medríocre e sem sentido vida enfadonha. Daria um fim ao seu sofrimento. Queria uma forma rápida, sem dor e sofrimento, chega de sofrer, cansou de sofrer tanto em vida, não queria sofrer também na morte. Pensou como seria bom ter uma arma em casa. Resolveria muito bem a questão. Rápido e fatal. Mas as vezes pode haver o perigo de não morrer, e passar o resto da fútil vida como um vegetal ou com sequelas irrecuperáveis. Poderia usar a forca, mas como pensou antes, não gostaria de sofrer e ter o desespero expresso em sua face após a morte. Se tivesse carro, usaria o gás carbônico, fatal e mata sem desespero, preenchendo o lugar do oxigênio em seu corpo, fazendo com que o cérebro não processe mais oxigênio. Mas não tem carro, nem garagem.
Então, decidiu a forma perfeita de morrer, e tomou as precauções necessárias para o ato fatal... A forma que decidiu foi a melhor imaginada, mas somente ela saberia a forma que morreu...
Então, decidiu a forma perfeita de morrer, e tomou as precauções necessárias para o ato fatal... A forma que decidiu foi a melhor imaginada, mas somente ela saberia a forma que morreu...
segunda-feira, outubro 07, 2002
Já passava da meia noite. Ela gostava de ficar em casa de madrugada, assitindo na tv velhos filmes e seriados. Não gostava muito de sair, pois não sabia lidar direito com as pessoas.
Assim como várias noite, ela ficou deitada, depois de ver mais um filme de suspense na tv. Aqueles que a moçinha sempre se salva no final, e o bandido morre. Mas até onde a vida imita a ficção ? Ou seria a ficção que imita a vida ? Foi nesta noite que ela descobriu.
Estava deitada lendo seu livro, quando resolveu beber um pouco de água. Desceu, vestindo apenas uma camiseta e uma calcinha, não gostava de ficar deitada com muita roupa. Não ligava as luzes, sabia o caminho de sua própria casa. Entrou na cozinha. Abriu a geladeira, a pequena luz interna adentrou a cozinha, dando um pouco de luminozidade. Bebeu com vontade um copo de água, e colocou-o dentro da pia. Voltou para seu quarto, e deitou na cama novamente, e se aconchegou novamente no meio dos lençois, e começou a reler seu livro. Depois de alguns minutos adormeceu.
Meio da madrugada. Um barulho vindo da porta da frente do apartamente dela a faz acordar. Ela fica deitada, observando o barulho e tentando descobrir o que é isto. Ela se senta na cama. Ela sabe o que foi o barulho. A porta da frente do seu apartamente estava se fechando ! A distância entre a sala e o quarto não era muito grande, mas ela deu um pulo e correu em direção à porta do quarto, e a trancou. O que ela faria ? Não tem telefone no seu quarto, o celular esta na bolsa, que ficou no sofá da sala. Ela mora no 7º andar, não tem como sair pela janela.
A maçaneta da porta gira. ELa congela no lugar, sua força de vontade some. Apenas se mantêm estática no lugar, olhando a maçaneta se mexer de um lado para o outro. Aquele momento parece durar uma eternidade. Alguém havia entrado em sua casa, alguém estava tentando entrar em seu quarto ! O que ele queria ? Estuprá-la ? Roubá-la ? Matá-la ?... A idéia correu como um imenso calafrio pela sua espinha. Matá-la. Quem estivesse ali do outro lado da porta poderia muito bem querer matá-la.
Ela correu para o quanto do quarto, e se agachou, ficando acocada no canto, segurando os joelhos com os braços, e com o olhar fixo na porta, e ficou observando a porta, que poderia trazer a temida morte para ela.
Foi quando derepente a porta se abriu, e ela teve o maior e terrível susto de sua vida...
Assim como várias noite, ela ficou deitada, depois de ver mais um filme de suspense na tv. Aqueles que a moçinha sempre se salva no final, e o bandido morre. Mas até onde a vida imita a ficção ? Ou seria a ficção que imita a vida ? Foi nesta noite que ela descobriu.
Estava deitada lendo seu livro, quando resolveu beber um pouco de água. Desceu, vestindo apenas uma camiseta e uma calcinha, não gostava de ficar deitada com muita roupa. Não ligava as luzes, sabia o caminho de sua própria casa. Entrou na cozinha. Abriu a geladeira, a pequena luz interna adentrou a cozinha, dando um pouco de luminozidade. Bebeu com vontade um copo de água, e colocou-o dentro da pia. Voltou para seu quarto, e deitou na cama novamente, e se aconchegou novamente no meio dos lençois, e começou a reler seu livro. Depois de alguns minutos adormeceu.
Meio da madrugada. Um barulho vindo da porta da frente do apartamente dela a faz acordar. Ela fica deitada, observando o barulho e tentando descobrir o que é isto. Ela se senta na cama. Ela sabe o que foi o barulho. A porta da frente do seu apartamente estava se fechando ! A distância entre a sala e o quarto não era muito grande, mas ela deu um pulo e correu em direção à porta do quarto, e a trancou. O que ela faria ? Não tem telefone no seu quarto, o celular esta na bolsa, que ficou no sofá da sala. Ela mora no 7º andar, não tem como sair pela janela.
A maçaneta da porta gira. ELa congela no lugar, sua força de vontade some. Apenas se mantêm estática no lugar, olhando a maçaneta se mexer de um lado para o outro. Aquele momento parece durar uma eternidade. Alguém havia entrado em sua casa, alguém estava tentando entrar em seu quarto ! O que ele queria ? Estuprá-la ? Roubá-la ? Matá-la ?... A idéia correu como um imenso calafrio pela sua espinha. Matá-la. Quem estivesse ali do outro lado da porta poderia muito bem querer matá-la.
Ela correu para o quanto do quarto, e se agachou, ficando acocada no canto, segurando os joelhos com os braços, e com o olhar fixo na porta, e ficou observando a porta, que poderia trazer a temida morte para ela.
Foi quando derepente a porta se abriu, e ela teve o maior e terrível susto de sua vida...
sábado, outubro 05, 2002
Acordou novamente em mais uma manha normal de sua vida enfadonha. Nada mudava, tudo sempre rotineiro. Acordava, levantava, fazia a barba, tomava seu banho, se vestia, tomava o café, ia trabalhar, voltava pra casa, olhava televisão, lia o jornal, jantava, e ia dormir novamente. Tudo seria normal como sempre, na vida de Marcos, se não fosse aquele pequeno detalhe em seu corpo.
Marcos levantou de sua cama como sempre, foi para o banheiro, e ao se olhar no espelho, notou que não tinha mais nariz. Meio sonolento, esfregou os olhos, e voltou a olhar no espelho. O nariz ainda não estava lá devolta, como pensou que ocorreria. Marcos entrou em desespero, correu para a cama, procurou o nariz por debaixo das cobertas, no chão, na cozinha, por toda a casa. Não encontrou o nariz. Sentou o pensou:
- E eu que pensei que meu tio havia pegado meu nariz e fiquei esperando ele me devolver por 5 anos...
Agora Marcos entende o por que da frase 'Não meta o nariz onde você não é chamado". Ele nem nariz têm mais. Mas que fim deu ao nariz de Marcos ?
Ele se lembrou de ter cochilado no escritório. Resolveu ir lá dar uma vasculhada mais precisa. E ao entrar no escritório, Marcos teve a maior surpresa de sua vida...
Marcos levantou de sua cama como sempre, foi para o banheiro, e ao se olhar no espelho, notou que não tinha mais nariz. Meio sonolento, esfregou os olhos, e voltou a olhar no espelho. O nariz ainda não estava lá devolta, como pensou que ocorreria. Marcos entrou em desespero, correu para a cama, procurou o nariz por debaixo das cobertas, no chão, na cozinha, por toda a casa. Não encontrou o nariz. Sentou o pensou:
- E eu que pensei que meu tio havia pegado meu nariz e fiquei esperando ele me devolver por 5 anos...
Agora Marcos entende o por que da frase 'Não meta o nariz onde você não é chamado". Ele nem nariz têm mais. Mas que fim deu ao nariz de Marcos ?
Ele se lembrou de ter cochilado no escritório. Resolveu ir lá dar uma vasculhada mais precisa. E ao entrar no escritório, Marcos teve a maior surpresa de sua vida...
quarta-feira, outubro 02, 2002
Depois de muito tempo sem tirar algumas férias, André resolveu que era sua hora de obter algum descanso. O tão esperado merecido descanso. Férias. A palavra tinha um significado agora, depois de anos trabalhando, montando uma empresa, desenvolvento um nome no mercado. Com isto foram muitas horas, dias, meses, anos de trabalho. Ele merecia realmente as férias. André e sua namorada, Ana, convidaram mais um casal de amigos para passar as férias num acampamento no meio do deserto. Era uma aventura que eles planejavam a algum tempo. Haviam planejado todos os detalhes, e saiam o que fazer. Depois de 3 dias ambos os casais estavam prontos para a sua viagem. Eles partiram em direção ao deserto escolhido. A caatinga no Planalto Nordestino, mais precisamente na Chapada do Araripe, foi o local escolhido para a viagem.
Depois de 4 dias de viagem, partindo de Joaçaba, Santa Catarina, o tanque de gasolina mais uma vez estava se esvaziando, e novamente precisaram parar em algum posto para reabastecer. Problema que eram umas 3 horas da manha, onde encontrariam um posto 24h aberto no meio da estrada, mais precisamente no meio do nada ? Foi quando, aparentemente, a sorte os ajudou. Um posto, logo após uam curva, aparentemente aberto, para os salvar. Eles contornaram e entraram no posto.
- Olá ? - Gritou André, após sair do carro.
Não ouve nenhuma resposta. O silêncio predominava no posto. As luzes estavam acessas, mas não havia ninguêm pela área.
- Tem alguêm aí ? - Gritou Ana, já meia impaciente com o ambiente, e talvez até preocupada.
O outro casal permanecia dentro do carro, esperando algum sinal de vida no posto. André e Ana entraram dentro da loja de conveniência do posto, a procura de alguém para atendê-los. A surpresa dos dois ao entrarem na loja foi imediata. Não havia ninguém lá dentro, e muito menos produtos para comprar, e nenhuma bebida nos refrigeradores característicos dos postos. Ficaram mais alguns minutos dentro da loja e sairam. Ao sairem, perceberam que o casal que estava dentro do carro não estava mais lá. Eles haviam sumido.
- Onde será que aqueles dois foram ? - Perguntou Ana.
- Devem tá se agarrando pelo mato, provavelmente. - Falou André em um tom de brincadeira.
- É, tu sabe como são aqueles dois. Parecem dois coelhos em época de acasalamento. - Falou Ana, rindo logo em seguida, seguida dos risos de André.
- Vamos ver se achamos os dois.
- Vamos. Quem sabe a gente também acabe fazendo o que os dois estão aprontando, hm ? - Falou Ana num tom malicioso.
- Safadinha... Primeiro vamos achar aqueles dois, depois nós vemos o que podemos fazer, sua safada. - Respondeu André num tom de brincadeira, mas com idéias maliciosas também.
Os dois foram em direção do carro, e ao fazer a volta, eles encontraram a maior, e última, surpresa de suas vidas ...
Depois de 4 dias de viagem, partindo de Joaçaba, Santa Catarina, o tanque de gasolina mais uma vez estava se esvaziando, e novamente precisaram parar em algum posto para reabastecer. Problema que eram umas 3 horas da manha, onde encontrariam um posto 24h aberto no meio da estrada, mais precisamente no meio do nada ? Foi quando, aparentemente, a sorte os ajudou. Um posto, logo após uam curva, aparentemente aberto, para os salvar. Eles contornaram e entraram no posto.
- Olá ? - Gritou André, após sair do carro.
Não ouve nenhuma resposta. O silêncio predominava no posto. As luzes estavam acessas, mas não havia ninguêm pela área.
- Tem alguêm aí ? - Gritou Ana, já meia impaciente com o ambiente, e talvez até preocupada.
O outro casal permanecia dentro do carro, esperando algum sinal de vida no posto. André e Ana entraram dentro da loja de conveniência do posto, a procura de alguém para atendê-los. A surpresa dos dois ao entrarem na loja foi imediata. Não havia ninguém lá dentro, e muito menos produtos para comprar, e nenhuma bebida nos refrigeradores característicos dos postos. Ficaram mais alguns minutos dentro da loja e sairam. Ao sairem, perceberam que o casal que estava dentro do carro não estava mais lá. Eles haviam sumido.
- Onde será que aqueles dois foram ? - Perguntou Ana.
- Devem tá se agarrando pelo mato, provavelmente. - Falou André em um tom de brincadeira.
- É, tu sabe como são aqueles dois. Parecem dois coelhos em época de acasalamento. - Falou Ana, rindo logo em seguida, seguida dos risos de André.
- Vamos ver se achamos os dois.
- Vamos. Quem sabe a gente também acabe fazendo o que os dois estão aprontando, hm ? - Falou Ana num tom malicioso.
- Safadinha... Primeiro vamos achar aqueles dois, depois nós vemos o que podemos fazer, sua safada. - Respondeu André num tom de brincadeira, mas com idéias maliciosas também.
Os dois foram em direção do carro, e ao fazer a volta, eles encontraram a maior, e última, surpresa de suas vidas ...
5 a.m.
Mostra o relógio digital em cima do criado-mudo. 5 horas da madrugada. Fazem mais de 8 horas que ocorreu o incidente. Até agora não consegui pregar o olho, nem um cochilo. A cena não sai da minha cabeça. Não vou conseguir esquecer tão cedo o horror que foi aquilo. Ainda posso sentir o cheiro, o peso em minhas mãos. Ainda sinto o ambiente em minha volta, os olhares primeiramente, depois a solidão, o devaneio momentâneo. E após tudo isso, aconteceu a tragédia. Não era pra ter sido daquela forma, daquele jeito. Saiu tudo errado. Um terrível capricho do destino. Será que foi sorte, ou que foi azar ? Agora que penso nisto. Tenho que tentar dormir, senão minha mente não me deixará pensar em outra coisa a não ser naquilo. Vou tentar dormir...
Mostra o relógio digital em cima do criado-mudo. 5 horas da madrugada. Fazem mais de 8 horas que ocorreu o incidente. Até agora não consegui pregar o olho, nem um cochilo. A cena não sai da minha cabeça. Não vou conseguir esquecer tão cedo o horror que foi aquilo. Ainda posso sentir o cheiro, o peso em minhas mãos. Ainda sinto o ambiente em minha volta, os olhares primeiramente, depois a solidão, o devaneio momentâneo. E após tudo isso, aconteceu a tragédia. Não era pra ter sido daquela forma, daquele jeito. Saiu tudo errado. Um terrível capricho do destino. Será que foi sorte, ou que foi azar ? Agora que penso nisto. Tenho que tentar dormir, senão minha mente não me deixará pensar em outra coisa a não ser naquilo. Vou tentar dormir...
terça-feira, outubro 01, 2002
AHHHHhh...
...
Onde estou ? Ahh, que dor infernal... Todo meu corpo responde a mim com dor... Dor latejante, dor física, dor psicológica... Não sinto mais nada a não ser dor... Que sensação horrível, que maldita sensação ! Por que aconteceu comigo ? Logo comigo... Eu tinha tantas coisas que eu pretendia fazer ainda, tantos planos... Meu Deus, eu tenho apenas 19 anos ! Isso não está acontecendo ! É um sonho, vou tentar me levantar...
AAAhhh...
Dor, muita dor... Maldito que me deixou assim... Maldito golpe do destino. Terei que morrer para cessar minha dor ? Por que tenho que morrer ? Terei que morrer para que outro venha a nascer ? Não sinto meu corpo mais, a dor está diminuindo... Não enxergo nada, minha vista esta embaçada... Estou coberto de.... Meu Deus, sangue !
Meu Deus, meu Deus... Me perdoe por tudo que eu fiz. Tudo que cometi... Eu não quero morrer... Não assim, não desta forma...
Eu acho... Que...
...
...
Onde estou ? Ahh, que dor infernal... Todo meu corpo responde a mim com dor... Dor latejante, dor física, dor psicológica... Não sinto mais nada a não ser dor... Que sensação horrível, que maldita sensação ! Por que aconteceu comigo ? Logo comigo... Eu tinha tantas coisas que eu pretendia fazer ainda, tantos planos... Meu Deus, eu tenho apenas 19 anos ! Isso não está acontecendo ! É um sonho, vou tentar me levantar...
AAAhhh...
Dor, muita dor... Maldito que me deixou assim... Maldito golpe do destino. Terei que morrer para cessar minha dor ? Por que tenho que morrer ? Terei que morrer para que outro venha a nascer ? Não sinto meu corpo mais, a dor está diminuindo... Não enxergo nada, minha vista esta embaçada... Estou coberto de.... Meu Deus, sangue !
Meu Deus, meu Deus... Me perdoe por tudo que eu fiz. Tudo que cometi... Eu não quero morrer... Não assim, não desta forma...
Eu acho... Que...
...
Angela, moça bela de feições joviais, corpo belo e bem formado. Tinha lindos cabelos morenos, compridos. Gostava de andar pela cidade em seu tempo livre. Gostava de sair com os amigos para beber em badalados bares noturnos. Gostava de dançar, tinha vários amigos. Ela pensava que era praticamente feliz. Este foi o pequeno e fatal erro que ela cometeu.
Ela tinha quase tudo, apenas faltava um amor em sua vida. Alguém para acalentá-la, consolá-la, abraçá-la, amá-la...
Um dia, em um badalado bar da cidade, Angela observou um belo rapaz, alto, moreno, olhos azuis, muito bonito. E ela percebeu também que ele a observava. Ele então tomou a iniciativa e veio ao encontro dela. Ela meio sem jeito ficou calada esperando o contato de seu possivel futuro amor.
- Olá. Estava te observando de longe, e não resisti e vim falar com você. Qual seu nome ?
- Angela...
- Prazer Angela. Me chamo César.
- Prazer...
Angela não resistia mais a aquele olhar sedudor, a aquela voz mascula de galã.
Depois de algum tempo conversando, os dois amantes estavam aos beijos.
Ao sair da bar, os dois foram em direção ao carro de César, que estava ao lado de um pequeno beco escuro. Angela se surpreendeu ao perceber que César não a estava levando para o carro, e sim para dentro do beco. No inicio ela se assustou um pouco, mas se acalmou com pequenas idéias e fantasias que a cercavam. César falou para ela.
- Não tenha medo, não vou fazer nada contra ti. Vamos apenas aproveitar mais um pouco a noite.
Angela gostou da idéia, já que fazia algum tempo que não tinha nenhum amante em sua vida, e gostou mais ainda da situação pois estava com um verdadeiro galã.
Depois de algum tempo aos amassos, César parou e encostou Angela gentilmente contra a parede, e se afastou um pouco, e ficou observando a face da moça.
- Que que foi...? - perguntou Angela, meio sem jeito...
- Nada não, apenas vou te mostrar o que sou na verdade...
Foi neste momento que aconteceu algo terrível a Angela, algo que ela nunca esperaria que acontecesse...
Ela tinha quase tudo, apenas faltava um amor em sua vida. Alguém para acalentá-la, consolá-la, abraçá-la, amá-la...
Um dia, em um badalado bar da cidade, Angela observou um belo rapaz, alto, moreno, olhos azuis, muito bonito. E ela percebeu também que ele a observava. Ele então tomou a iniciativa e veio ao encontro dela. Ela meio sem jeito ficou calada esperando o contato de seu possivel futuro amor.
- Olá. Estava te observando de longe, e não resisti e vim falar com você. Qual seu nome ?
- Angela...
- Prazer Angela. Me chamo César.
- Prazer...
Angela não resistia mais a aquele olhar sedudor, a aquela voz mascula de galã.
Depois de algum tempo conversando, os dois amantes estavam aos beijos.
Ao sair da bar, os dois foram em direção ao carro de César, que estava ao lado de um pequeno beco escuro. Angela se surpreendeu ao perceber que César não a estava levando para o carro, e sim para dentro do beco. No inicio ela se assustou um pouco, mas se acalmou com pequenas idéias e fantasias que a cercavam. César falou para ela.
- Não tenha medo, não vou fazer nada contra ti. Vamos apenas aproveitar mais um pouco a noite.
Angela gostou da idéia, já que fazia algum tempo que não tinha nenhum amante em sua vida, e gostou mais ainda da situação pois estava com um verdadeiro galã.
Depois de algum tempo aos amassos, César parou e encostou Angela gentilmente contra a parede, e se afastou um pouco, e ficou observando a face da moça.
- Que que foi...? - perguntou Angela, meio sem jeito...
- Nada não, apenas vou te mostrar o que sou na verdade...
Foi neste momento que aconteceu algo terrível a Angela, algo que ela nunca esperaria que acontecesse...
Tomás nasceu sem ossos pelo corpo, ele vive através de enxertos mecânicos pelo seu corpo para poder se locomover. Tomás tem 6 anos. Ele também nasceu com excesso de pêlos em seu corpo, aparentando um pequeno e pobre macaco.
Se você quer ajudar a essa criança a ter uma vida normal, acrescente esse link nos seus favoritos. Não se esqueça, Tomás conta com você...
. ÚLCERA .
Se você quer ajudar a essa criança a ter uma vida normal, acrescente esse link nos seus favoritos. Não se esqueça, Tomás conta com você...
. ÚLCERA .
Olhei em seus olhos, para ver se ainda encontrava algum sinal de vida. Segurei-a em meus braços, aquele corpo pequeno e frágil, com cuidado, segurando sua pequena cabeça com longos cabelos cacheados, loiros. Seu corpo estava inerte, sem nenhum movimento. Nem o movimento característico da respiração. Coloquei minha mão em seu pequeno peito para tentar sentir as batidas do seu coração, mas nada consegui sentir. A pequenina estava morta, em meus braços, inerte, sem vida.
Foi quando aconteceu o que eu mais temia que poderia acontecer...
Foi quando aconteceu o que eu mais temia que poderia acontecer...
segunda-feira, setembro 30, 2002
Algo no ar está errado... Eu posso sentir isto, não é apenas mais uma noite calma de verão. Algo está estranho... O silêncio... Está muito silêncioso, não a o normal númerod e grilos "tocando" o seu maldito horrível concerto. Não á nada, apenas a escuridão me abraçando como uma amante, me sinto confortado em seus braços. Ahh, a escuridão, como é boa. Me sinto fortalecido com ela.
Espere, tem algo errado comigo. Não consigo falar, não consigo pronunciar nenhuma palavra. Mexo minha boca mas nenhum som sai de dentro dela. Oh meu deus, que diabos aconteceu comigo ?
Depois de um certo tempo eu vejo algo na escuridão. É um vulto, não entendo como eu consigo ver o vulto nesta escuridão toda, mas eu o vejo. Ele esta se movimentando ao meu redor. Eu sinto isso. Eu posso sintir o bafo fedido no ar. Eu posso sentir o vento dele caminhando ao meu redor. Mas não consigo vê-lo claramente. Apenas dois olhos. Acessos como brasas. Eles me fitam, eu os encaro. Quem é essa pessoa, ou esse ser ? O que ele quer comigo ? Onde eu estou afinal ?
Percebo que não posso me mexer. Não posso falar, nem me mexer. O vulto continua em minha volta. A escuridão ainda nos cerca, negra como a mais terrível noite sem lua. Negra como a a cor pessada do petróleo. Novamente a escuridão me abraça, não sinto mais nada, e então eu perco meus sentidos...
Espere, tem algo errado comigo. Não consigo falar, não consigo pronunciar nenhuma palavra. Mexo minha boca mas nenhum som sai de dentro dela. Oh meu deus, que diabos aconteceu comigo ?
Depois de um certo tempo eu vejo algo na escuridão. É um vulto, não entendo como eu consigo ver o vulto nesta escuridão toda, mas eu o vejo. Ele esta se movimentando ao meu redor. Eu sinto isso. Eu posso sintir o bafo fedido no ar. Eu posso sentir o vento dele caminhando ao meu redor. Mas não consigo vê-lo claramente. Apenas dois olhos. Acessos como brasas. Eles me fitam, eu os encaro. Quem é essa pessoa, ou esse ser ? O que ele quer comigo ? Onde eu estou afinal ?
Percebo que não posso me mexer. Não posso falar, nem me mexer. O vulto continua em minha volta. A escuridão ainda nos cerca, negra como a mais terrível noite sem lua. Negra como a a cor pessada do petróleo. Novamente a escuridão me abraça, não sinto mais nada, e então eu perco meus sentidos...
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