Acordou novamente em mais uma manha normal de sua vida enfadonha. Nada mudava, tudo sempre rotineiro. Acordava, levantava, fazia a barba, tomava seu banho, se vestia, tomava o café, ia trabalhar, voltava pra casa, olhava televisão, lia o jornal, jantava, e ia dormir novamente. Tudo seria normal como sempre, na vida de Marcos, se não fosse aquele pequeno detalhe em seu corpo.
Marcos levantou de sua cama como sempre, foi para o banheiro, e ao se olhar no espelho, notou que não tinha mais nariz. Meio sonolento, esfregou os olhos, e voltou a olhar no espelho. O nariz ainda não estava lá devolta, como pensou que ocorreria. Marcos entrou em desespero, correu para a cama, procurou o nariz por debaixo das cobertas, no chão, na cozinha, por toda a casa. Não encontrou o nariz. Sentou o pensou:
- E eu que pensei que meu tio havia pegado meu nariz e fiquei esperando ele me devolver por 5 anos...
Agora Marcos entende o por que da frase 'Não meta o nariz onde você não é chamado". Ele nem nariz têm mais. Mas que fim deu ao nariz de Marcos ?
Ele se lembrou de ter cochilado no escritório. Resolveu ir lá dar uma vasculhada mais precisa. E ao entrar no escritório, Marcos teve a maior surpresa de sua vida...
sábado, outubro 05, 2002
quarta-feira, outubro 02, 2002
Depois de muito tempo sem tirar algumas férias, André resolveu que era sua hora de obter algum descanso. O tão esperado merecido descanso. Férias. A palavra tinha um significado agora, depois de anos trabalhando, montando uma empresa, desenvolvento um nome no mercado. Com isto foram muitas horas, dias, meses, anos de trabalho. Ele merecia realmente as férias. André e sua namorada, Ana, convidaram mais um casal de amigos para passar as férias num acampamento no meio do deserto. Era uma aventura que eles planejavam a algum tempo. Haviam planejado todos os detalhes, e saiam o que fazer. Depois de 3 dias ambos os casais estavam prontos para a sua viagem. Eles partiram em direção ao deserto escolhido. A caatinga no Planalto Nordestino, mais precisamente na Chapada do Araripe, foi o local escolhido para a viagem.
Depois de 4 dias de viagem, partindo de Joaçaba, Santa Catarina, o tanque de gasolina mais uma vez estava se esvaziando, e novamente precisaram parar em algum posto para reabastecer. Problema que eram umas 3 horas da manha, onde encontrariam um posto 24h aberto no meio da estrada, mais precisamente no meio do nada ? Foi quando, aparentemente, a sorte os ajudou. Um posto, logo após uam curva, aparentemente aberto, para os salvar. Eles contornaram e entraram no posto.
- Olá ? - Gritou André, após sair do carro.
Não ouve nenhuma resposta. O silêncio predominava no posto. As luzes estavam acessas, mas não havia ninguêm pela área.
- Tem alguêm aí ? - Gritou Ana, já meia impaciente com o ambiente, e talvez até preocupada.
O outro casal permanecia dentro do carro, esperando algum sinal de vida no posto. André e Ana entraram dentro da loja de conveniência do posto, a procura de alguém para atendê-los. A surpresa dos dois ao entrarem na loja foi imediata. Não havia ninguém lá dentro, e muito menos produtos para comprar, e nenhuma bebida nos refrigeradores característicos dos postos. Ficaram mais alguns minutos dentro da loja e sairam. Ao sairem, perceberam que o casal que estava dentro do carro não estava mais lá. Eles haviam sumido.
- Onde será que aqueles dois foram ? - Perguntou Ana.
- Devem tá se agarrando pelo mato, provavelmente. - Falou André em um tom de brincadeira.
- É, tu sabe como são aqueles dois. Parecem dois coelhos em época de acasalamento. - Falou Ana, rindo logo em seguida, seguida dos risos de André.
- Vamos ver se achamos os dois.
- Vamos. Quem sabe a gente também acabe fazendo o que os dois estão aprontando, hm ? - Falou Ana num tom malicioso.
- Safadinha... Primeiro vamos achar aqueles dois, depois nós vemos o que podemos fazer, sua safada. - Respondeu André num tom de brincadeira, mas com idéias maliciosas também.
Os dois foram em direção do carro, e ao fazer a volta, eles encontraram a maior, e última, surpresa de suas vidas ...
Depois de 4 dias de viagem, partindo de Joaçaba, Santa Catarina, o tanque de gasolina mais uma vez estava se esvaziando, e novamente precisaram parar em algum posto para reabastecer. Problema que eram umas 3 horas da manha, onde encontrariam um posto 24h aberto no meio da estrada, mais precisamente no meio do nada ? Foi quando, aparentemente, a sorte os ajudou. Um posto, logo após uam curva, aparentemente aberto, para os salvar. Eles contornaram e entraram no posto.
- Olá ? - Gritou André, após sair do carro.
Não ouve nenhuma resposta. O silêncio predominava no posto. As luzes estavam acessas, mas não havia ninguêm pela área.
- Tem alguêm aí ? - Gritou Ana, já meia impaciente com o ambiente, e talvez até preocupada.
O outro casal permanecia dentro do carro, esperando algum sinal de vida no posto. André e Ana entraram dentro da loja de conveniência do posto, a procura de alguém para atendê-los. A surpresa dos dois ao entrarem na loja foi imediata. Não havia ninguém lá dentro, e muito menos produtos para comprar, e nenhuma bebida nos refrigeradores característicos dos postos. Ficaram mais alguns minutos dentro da loja e sairam. Ao sairem, perceberam que o casal que estava dentro do carro não estava mais lá. Eles haviam sumido.
- Onde será que aqueles dois foram ? - Perguntou Ana.
- Devem tá se agarrando pelo mato, provavelmente. - Falou André em um tom de brincadeira.
- É, tu sabe como são aqueles dois. Parecem dois coelhos em época de acasalamento. - Falou Ana, rindo logo em seguida, seguida dos risos de André.
- Vamos ver se achamos os dois.
- Vamos. Quem sabe a gente também acabe fazendo o que os dois estão aprontando, hm ? - Falou Ana num tom malicioso.
- Safadinha... Primeiro vamos achar aqueles dois, depois nós vemos o que podemos fazer, sua safada. - Respondeu André num tom de brincadeira, mas com idéias maliciosas também.
Os dois foram em direção do carro, e ao fazer a volta, eles encontraram a maior, e última, surpresa de suas vidas ...
5 a.m.
Mostra o relógio digital em cima do criado-mudo. 5 horas da madrugada. Fazem mais de 8 horas que ocorreu o incidente. Até agora não consegui pregar o olho, nem um cochilo. A cena não sai da minha cabeça. Não vou conseguir esquecer tão cedo o horror que foi aquilo. Ainda posso sentir o cheiro, o peso em minhas mãos. Ainda sinto o ambiente em minha volta, os olhares primeiramente, depois a solidão, o devaneio momentâneo. E após tudo isso, aconteceu a tragédia. Não era pra ter sido daquela forma, daquele jeito. Saiu tudo errado. Um terrível capricho do destino. Será que foi sorte, ou que foi azar ? Agora que penso nisto. Tenho que tentar dormir, senão minha mente não me deixará pensar em outra coisa a não ser naquilo. Vou tentar dormir...
Mostra o relógio digital em cima do criado-mudo. 5 horas da madrugada. Fazem mais de 8 horas que ocorreu o incidente. Até agora não consegui pregar o olho, nem um cochilo. A cena não sai da minha cabeça. Não vou conseguir esquecer tão cedo o horror que foi aquilo. Ainda posso sentir o cheiro, o peso em minhas mãos. Ainda sinto o ambiente em minha volta, os olhares primeiramente, depois a solidão, o devaneio momentâneo. E após tudo isso, aconteceu a tragédia. Não era pra ter sido daquela forma, daquele jeito. Saiu tudo errado. Um terrível capricho do destino. Será que foi sorte, ou que foi azar ? Agora que penso nisto. Tenho que tentar dormir, senão minha mente não me deixará pensar em outra coisa a não ser naquilo. Vou tentar dormir...
terça-feira, outubro 01, 2002
AHHHHhh...
...
Onde estou ? Ahh, que dor infernal... Todo meu corpo responde a mim com dor... Dor latejante, dor física, dor psicológica... Não sinto mais nada a não ser dor... Que sensação horrível, que maldita sensação ! Por que aconteceu comigo ? Logo comigo... Eu tinha tantas coisas que eu pretendia fazer ainda, tantos planos... Meu Deus, eu tenho apenas 19 anos ! Isso não está acontecendo ! É um sonho, vou tentar me levantar...
AAAhhh...
Dor, muita dor... Maldito que me deixou assim... Maldito golpe do destino. Terei que morrer para cessar minha dor ? Por que tenho que morrer ? Terei que morrer para que outro venha a nascer ? Não sinto meu corpo mais, a dor está diminuindo... Não enxergo nada, minha vista esta embaçada... Estou coberto de.... Meu Deus, sangue !
Meu Deus, meu Deus... Me perdoe por tudo que eu fiz. Tudo que cometi... Eu não quero morrer... Não assim, não desta forma...
Eu acho... Que...
...
...
Onde estou ? Ahh, que dor infernal... Todo meu corpo responde a mim com dor... Dor latejante, dor física, dor psicológica... Não sinto mais nada a não ser dor... Que sensação horrível, que maldita sensação ! Por que aconteceu comigo ? Logo comigo... Eu tinha tantas coisas que eu pretendia fazer ainda, tantos planos... Meu Deus, eu tenho apenas 19 anos ! Isso não está acontecendo ! É um sonho, vou tentar me levantar...
AAAhhh...
Dor, muita dor... Maldito que me deixou assim... Maldito golpe do destino. Terei que morrer para cessar minha dor ? Por que tenho que morrer ? Terei que morrer para que outro venha a nascer ? Não sinto meu corpo mais, a dor está diminuindo... Não enxergo nada, minha vista esta embaçada... Estou coberto de.... Meu Deus, sangue !
Meu Deus, meu Deus... Me perdoe por tudo que eu fiz. Tudo que cometi... Eu não quero morrer... Não assim, não desta forma...
Eu acho... Que...
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Angela, moça bela de feições joviais, corpo belo e bem formado. Tinha lindos cabelos morenos, compridos. Gostava de andar pela cidade em seu tempo livre. Gostava de sair com os amigos para beber em badalados bares noturnos. Gostava de dançar, tinha vários amigos. Ela pensava que era praticamente feliz. Este foi o pequeno e fatal erro que ela cometeu.
Ela tinha quase tudo, apenas faltava um amor em sua vida. Alguém para acalentá-la, consolá-la, abraçá-la, amá-la...
Um dia, em um badalado bar da cidade, Angela observou um belo rapaz, alto, moreno, olhos azuis, muito bonito. E ela percebeu também que ele a observava. Ele então tomou a iniciativa e veio ao encontro dela. Ela meio sem jeito ficou calada esperando o contato de seu possivel futuro amor.
- Olá. Estava te observando de longe, e não resisti e vim falar com você. Qual seu nome ?
- Angela...
- Prazer Angela. Me chamo César.
- Prazer...
Angela não resistia mais a aquele olhar sedudor, a aquela voz mascula de galã.
Depois de algum tempo conversando, os dois amantes estavam aos beijos.
Ao sair da bar, os dois foram em direção ao carro de César, que estava ao lado de um pequeno beco escuro. Angela se surpreendeu ao perceber que César não a estava levando para o carro, e sim para dentro do beco. No inicio ela se assustou um pouco, mas se acalmou com pequenas idéias e fantasias que a cercavam. César falou para ela.
- Não tenha medo, não vou fazer nada contra ti. Vamos apenas aproveitar mais um pouco a noite.
Angela gostou da idéia, já que fazia algum tempo que não tinha nenhum amante em sua vida, e gostou mais ainda da situação pois estava com um verdadeiro galã.
Depois de algum tempo aos amassos, César parou e encostou Angela gentilmente contra a parede, e se afastou um pouco, e ficou observando a face da moça.
- Que que foi...? - perguntou Angela, meio sem jeito...
- Nada não, apenas vou te mostrar o que sou na verdade...
Foi neste momento que aconteceu algo terrível a Angela, algo que ela nunca esperaria que acontecesse...
Ela tinha quase tudo, apenas faltava um amor em sua vida. Alguém para acalentá-la, consolá-la, abraçá-la, amá-la...
Um dia, em um badalado bar da cidade, Angela observou um belo rapaz, alto, moreno, olhos azuis, muito bonito. E ela percebeu também que ele a observava. Ele então tomou a iniciativa e veio ao encontro dela. Ela meio sem jeito ficou calada esperando o contato de seu possivel futuro amor.
- Olá. Estava te observando de longe, e não resisti e vim falar com você. Qual seu nome ?
- Angela...
- Prazer Angela. Me chamo César.
- Prazer...
Angela não resistia mais a aquele olhar sedudor, a aquela voz mascula de galã.
Depois de algum tempo conversando, os dois amantes estavam aos beijos.
Ao sair da bar, os dois foram em direção ao carro de César, que estava ao lado de um pequeno beco escuro. Angela se surpreendeu ao perceber que César não a estava levando para o carro, e sim para dentro do beco. No inicio ela se assustou um pouco, mas se acalmou com pequenas idéias e fantasias que a cercavam. César falou para ela.
- Não tenha medo, não vou fazer nada contra ti. Vamos apenas aproveitar mais um pouco a noite.
Angela gostou da idéia, já que fazia algum tempo que não tinha nenhum amante em sua vida, e gostou mais ainda da situação pois estava com um verdadeiro galã.
Depois de algum tempo aos amassos, César parou e encostou Angela gentilmente contra a parede, e se afastou um pouco, e ficou observando a face da moça.
- Que que foi...? - perguntou Angela, meio sem jeito...
- Nada não, apenas vou te mostrar o que sou na verdade...
Foi neste momento que aconteceu algo terrível a Angela, algo que ela nunca esperaria que acontecesse...
Tomás nasceu sem ossos pelo corpo, ele vive através de enxertos mecânicos pelo seu corpo para poder se locomover. Tomás tem 6 anos. Ele também nasceu com excesso de pêlos em seu corpo, aparentando um pequeno e pobre macaco.
Se você quer ajudar a essa criança a ter uma vida normal, acrescente esse link nos seus favoritos. Não se esqueça, Tomás conta com você...
. ÚLCERA .
Se você quer ajudar a essa criança a ter uma vida normal, acrescente esse link nos seus favoritos. Não se esqueça, Tomás conta com você...
. ÚLCERA .
Olhei em seus olhos, para ver se ainda encontrava algum sinal de vida. Segurei-a em meus braços, aquele corpo pequeno e frágil, com cuidado, segurando sua pequena cabeça com longos cabelos cacheados, loiros. Seu corpo estava inerte, sem nenhum movimento. Nem o movimento característico da respiração. Coloquei minha mão em seu pequeno peito para tentar sentir as batidas do seu coração, mas nada consegui sentir. A pequenina estava morta, em meus braços, inerte, sem vida.
Foi quando aconteceu o que eu mais temia que poderia acontecer...
Foi quando aconteceu o que eu mais temia que poderia acontecer...
segunda-feira, setembro 30, 2002
Algo no ar está errado... Eu posso sentir isto, não é apenas mais uma noite calma de verão. Algo está estranho... O silêncio... Está muito silêncioso, não a o normal númerod e grilos "tocando" o seu maldito horrível concerto. Não á nada, apenas a escuridão me abraçando como uma amante, me sinto confortado em seus braços. Ahh, a escuridão, como é boa. Me sinto fortalecido com ela.
Espere, tem algo errado comigo. Não consigo falar, não consigo pronunciar nenhuma palavra. Mexo minha boca mas nenhum som sai de dentro dela. Oh meu deus, que diabos aconteceu comigo ?
Depois de um certo tempo eu vejo algo na escuridão. É um vulto, não entendo como eu consigo ver o vulto nesta escuridão toda, mas eu o vejo. Ele esta se movimentando ao meu redor. Eu sinto isso. Eu posso sintir o bafo fedido no ar. Eu posso sentir o vento dele caminhando ao meu redor. Mas não consigo vê-lo claramente. Apenas dois olhos. Acessos como brasas. Eles me fitam, eu os encaro. Quem é essa pessoa, ou esse ser ? O que ele quer comigo ? Onde eu estou afinal ?
Percebo que não posso me mexer. Não posso falar, nem me mexer. O vulto continua em minha volta. A escuridão ainda nos cerca, negra como a mais terrível noite sem lua. Negra como a a cor pessada do petróleo. Novamente a escuridão me abraça, não sinto mais nada, e então eu perco meus sentidos...
Espere, tem algo errado comigo. Não consigo falar, não consigo pronunciar nenhuma palavra. Mexo minha boca mas nenhum som sai de dentro dela. Oh meu deus, que diabos aconteceu comigo ?
Depois de um certo tempo eu vejo algo na escuridão. É um vulto, não entendo como eu consigo ver o vulto nesta escuridão toda, mas eu o vejo. Ele esta se movimentando ao meu redor. Eu sinto isso. Eu posso sintir o bafo fedido no ar. Eu posso sentir o vento dele caminhando ao meu redor. Mas não consigo vê-lo claramente. Apenas dois olhos. Acessos como brasas. Eles me fitam, eu os encaro. Quem é essa pessoa, ou esse ser ? O que ele quer comigo ? Onde eu estou afinal ?
Percebo que não posso me mexer. Não posso falar, nem me mexer. O vulto continua em minha volta. A escuridão ainda nos cerca, negra como a mais terrível noite sem lua. Negra como a a cor pessada do petróleo. Novamente a escuridão me abraça, não sinto mais nada, e então eu perco meus sentidos...
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